Agenda21
Uma contribuição de: MOVA - Consultoria Empresarial
Empresa especializada em Marketing, Organização, Vendas e Administração Estratégica
Adm. Aloisio Pombo. Atualizada em         22 / 01 / 2016

Mensagens e comunicações.
Agenda 21 Brasil.
Comemoração do dia do Meio Ambiente 5/06/2015.

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Como surgiu o termo AGENDA 21.

Foi um documento resultante da RIO 92, uma reunião sobre o clima realizada no Rio de Janeiro em 1992, acordado pelos países e entidades participantes que teve como pauta uma agenda de trabalho para que cada um dos signatários cumpra para o Século 21. A partir da assinatura desse protocolo cada delegação signatária voltou para seus países, cidades, municípios, escolas com o que o homem tem que fazer para proteger cada um dos componentes do meio ambiente.

Na época a imprensa internacional disse que a RIO 92 não avançou e nada foi feito de fato. Não ocorreram respostas concretas e outras deméritos foram atribuídos ao evento. Mas não foi isso que aconteceu. Cada delegação voltou para seu país com a AGENDA 21 em sua pasta e os resultados foram aparecendo em cada parte do mundo. Vinte anos depois tivemos a RIO + 20, Que também foi um sucesso.

Esse site está oferecendo aos leitores um desdobramento da AGENDA 21 que logo após a RIO 92 foi instalada em Friburgo por pessoas que participaram da conferência no Rio. Mas como os efeitos e obrigações do que determina a Agenda 21 não é só para ser uma tarefa de ONG´s e Governos, a Petrobrás teve a iniciativa de reunir 25 municípios do Estado do Rio de Janeiro para discutir e propor soluções para os impactos que possam resultar da instalação do COMPERJ.

 

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          Este site tem por finalidade trazer notícias do meio ambiente e informações gerais divulgadas pelas mídias em geral.

O Sol e o Aquecimento Global. Veja artigo do portal G1 capturado em 5/11/13.        Prof. Aloisio Pombo

Você leu aqui no G1 algum tempo atrás que o telescópio espacial Kepler tinha encerrado oficialmente suas atividades. Um problema com uma das rodas de inércia, destinadas a apontar e manter o apontamento do telescópio com grande precisão, havia acontecido. Isso logo depois de completar sua missão inicial e ter ganho uma sobrevida com a extensão de suas atividades. O Kepler ainda continua operacional, todos os seus sistemas estão funcionando, mas, como o procedimento para descobrir planetas envolve observar estrelas por meses a fio, mantendo a posição com precisão absoluta, a perda da roda de inércia sentenciou o fim da sua missão principal.

Até agora, o Kepler nos deixou uma lista com 3538 candidatos a planeta e 167 planetas confirmados. Cada um desses candidatos precisa ser confirmado com um outro método, já que são detectados pelo seu trânsito, isto é, quando ele passa na frente da estrela, diminuindo seu brilho. Não chega a ser um eclipse. As variações de brilho são pequenas, mas podem ter outras origens, como discretas deformações na forma da estrela. Para confirmar um suspeito, usa-se a espectroscopia, tentando captar as pequenas perturbações gravitacionais do planeta na estrela hospedeira.

Dá para perceber que tem muito candidato ainda para ser confirmado. Mesmo fora de operação, o Kepler ainda vai “descobrir” muitos planetas.

Isso sem falar nos bancos de dados que vão se tornando públicos de tempos em tempos. Análises dessas informações já mostraram que estrelas com planetas são a maioria na Galáxia, demostrando que eles são muito mais comuns do que se imaginava.

Mas nesta segunda-feira (4) saiu um dos resultados (preliminarmente, diga-se) mais surpreendentes da missão Kepler. Analisando o banco de dados do telescópio e cruzando as informações obtidas de um dos melhores espectrógrafos do mundo, um time de 3 astrônomos encontrou um resultado muito interessante: mais de 20% das estrelas parecidas com o Sol possuem um planeta parecido com a Terra na zona habitável! Vendo de outro jeito, uma em cada 5 estrelas do tipo do Sol deve ter um planeta rochoso (com raio entre 1 e 2 vezes o da Terra) na zona habitável. Essa zona é definida com a faixa de distâncias até a estrela hospedeira em que exista condições para que haja água em estado líquido em um corpo celeste adequado, como um planeta.

Estar na zona habitável não significa ser habitável. Estar nessa zona significa que o planeta recebe radiação adequada, mas para haver água líquida, deve ter outras características, como possuir uma atmosfera densa. Mas esse resultado surpreende, pois mostra que planetas com grande potencial para abrigar vida são muito mais numerosos que o imaginado.

Esses resultados são preliminares, feitos com base em uma análise estatística robusta, e foi o que deu para fazer depois que o Kepler pifou. A missão estendida, que havia sido aprovada para ele, era justamente obter esses números observacionalmente. Os números definitivos não devem ser muito diferentes, mas precisam ser ratificados por um revisor independente.

Os resultados do Kepler são por si só muito interessantes, mas também contribuem para delinear com números realistas a famosa Equação de Drake. Não lembra dela? Essa equação foi proposta por Frank Drake em 1961 como uma forma de estimar a probabilidade de se encontrar uma civilização extraterrena capaz de se comunicar conosco. Na verdade, essa equação tem a intenção de enumerar as variáveis envolvidas e que precisam ser estimadas para se ter uma noção das chances de haver civilização avançada na Galáxia. Por exemplo, qual o número de estrelas que têm planetas, ou o de planetas aptos a suportar vida, e por aí vai. Essa equação costuma ser tratada como uma equação de nossa ignorância a respeito destas variáveis.

Só que o Kepler, indiretamente, está dissipando nossa ignorância. Com seus resultados até agora, já temos números concretos sobre a taxa de estrelas formadas na Via Láctea (7 por ano), o número de estrelas que podem ter um sistema planetário (quase 100% delas) e agora o número de estrelas que têm condições de suportar vida (5% mais ou menos).

Planetas em zona habitável não significa que ele seja habitável, mas, como diz meu antigo orientador: “Por que não esperar por vida espalhada pela Galáxia? A vida é uma praga, ela pode se espalhar por todo canto!”

(Crédito da imagem: SETI) 

O Sol acordou?

sex, 01/11/13

por Cassio Barbosa |

categoria Espaço, Observatório

| tags atividade solar, sol

http://g1.globo.com/platb/files/21/2013/11/sun.jpgO Sol possui um ciclo de atividade magnética observado sistematicamente há pelo menos 400 anos. Essa atividade pode ser acompanhada pela contagem de manchas solares, que têm origem no afloramento do campo magnético de tempos em tempos. Esse ciclo tem um período médio de aproximadamente 11 anos, com um máximo pronunciado em que se observa muitas manchas, tempestades e explosões solares. Passados aí uns 5 ou 6 anos, a situação se inverte e o Sol passa por um período de baixa atividade, refletindo em um pequeno número de manchas, bem como tempestades e explosões solares. Passado o período de mínimo, a atividade magnética do Sol começa a se intensificar até que ele chegue novamente a outro máximo, e o ciclo se repete já há milhões de anos.

A contagem do número de manchas tem por volta de 400 anos, mas como a atividade solar influencia o clima na Terra, é possível detectar o ciclo de 11 anos em anéis de crescimento de árvores petrificadas. Esse método permite retornar na história e o que se verifica é que o Sol tem tido esse comportamento bem marcado, variando um pouco, mas sempre em torno de 11 anos. O que se tem observado nesses 400 e tantos anos de observação de manchas é que, apesar de ser bem constante, o total de manchas durante um máximo, ou o tempo que o Sol permanece em um máximo ou mínimo, varia bastante.

Por exemplo: durante 70 anos, entre 1645 e 1715, a atividade solar foi irrisória, pouquíssimas manchas foram registradas e essa época hoje é conhecida como mínimo de Maunder. Coincidência ou não, nessa época foram registradas baixas temperaturas na Europa, um período chamado de “Pequena Era do Gelo”. Mais adiante, entre 1790 e 1830, o Sol passou por outro período de baixas contagens de manchas, mesmo quando estava em seus momentos de máxima atividade. De novo, o que se verificou foram temperaturas abaixo da média.

Atualmente, o Sol está no seu período de máximo, mas esse tem sido um dos menos intensos dos últimos 100 anos. Aliás, o período de mínimo que antecedeu esse ciclo, o de número 24, foi um dos mais profundos de que se tem notícia. Por mais de 800 dias não houve registro de uma mancha sequer! Até mesmo por isso, o início do atual ciclo foi difícil de se detectar. E o que se tem observado é que o Sol tem furado até a mais pessimista das previsões.

Por esses dias, houve o registro de pelo menos 3 explosões solares de alta intensidade, e nos próximos dias existem grandes chances de haver outra de média intensidade. Só que algo não vai bem no Sol. Em setembro foram observadas 35 manchas, mas o numero esperado estava entre 95 e 100, quase o triplo! Com uma atividade tão baixa, está muito difícil de afirmar quando foi o máximo do atual ciclo, que era esperado para maio deste ano. Só que olhando os gráficos de manchas que são divulgados a cada mês, o máximo teria acontecido ainda em 2011, o que encurtaria demais o ciclo 24.

Alguns amigos meus que pesquisam a atividade solar estavam me explicando que tudo indica que o Sol esteja atravessando um período análogo ao mínimo de Dalton. Isso explicaria a constante redução do número de manchas nos períodos de máxima atividade. Os números de outubro estão sendo tabulados e dentro de uma semana eles devem ser divulgados, vamos ver se muda alguma coisa.

Já que falamos do Sol, nesse domingo pela manhã, teremos um eclipse híbrido. Infelizmente, será visível para poucas pessoas e, mesmo assim, apenas parcialmente, sendo que quanto mais ao Norte, melhor. Ainda assim, no litoral do extremo norte brasileiro, a fração que a Lua vai encobrir do Sol será de apenas 30%, mas já para se divertir. Um eclipse híbrido é um eclipse em que, dependendo da posição sobre a Terra, ele será total (quando a Lua encobre totalmente o Sol) ou será anular (quando a Lua encobre o Sol, mas deixa um anel ao seu redor).

A imagem abaixo, que roubei do meu amigo Gustavo Rojas, mostra a visibilidade do eclipse sobre o território brasileiro com os horários do máximo visível. Com eclipse ou sem eclipse, nunca se deve olhar diretamente para o Sol, mesmo com radiografias ou vidros enfumaçados. Pode-se usar vidros de soldador, ou uma técnica bacana usando uma fresta de luz. Faça um furinho em uma folha de papel e você poderá ver a imagem do Sol eclipsado projetada no chão.

Quem puder aproveitar, não deixe fazê-lo, pois outra oportunidade (também parcial) só em 26 de fevereiro de 2017.

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Clayton Christensen e a Desrupção.

Sanjay Guemawat e os ganhos se serviços que criem mais valor para o cliente.

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Clayton Christensen. Modelo RPV – Recursos Processos e Valores.

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A crise de 2008 seis anos depois. Por Aloisio Pombo. Em 15-09-2014.

 

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. Agradecimentos. Livro 4

Aos meus clientes da Consultoria MOVA (SEBRAE; CDL – Câmara de diretores Lojistas do RJ; CNI/DAMPI – Confederação Nacional das Indústrias; Associações Comerciais de diversos estados do Brasil), além de outras empresas e instituições que por contratos me remuneraram por diversos anos. Aos professores da UFRJ onde me graduei em administração e as empresas que trabalhei como gerente, diretor e sócio onde apliquei a teoria que aprendi.

Aos professores da banca examinadora do mestrado em economia empresarial na UCAM que muito me auxiliaram na orientação e construção do pensamento estratégico empresarial, Prof. Dr. Hamilton Carvalho Tolosa, Ph.D, Economia, University of Pennsylvania, EUA. – Orientador. Prof. Dr. Thompson Almeida Andrade, Doutor em Economia, University of London, Reino Unido. Por orientar e rever todos os ensinamentos das legislações do CADE. Prof. Dr. Guilherme Baptista da Silva Maia, Doutor em Economia, IE / UFRJ. Na orientação de todo o referencial teórico da microeconomia.

A Deus, minha filha Luciana e meu filho Luís que pacientemente aguardaram o térimo do meu mestrado e a conclusão desse livro.

O meu muito obrigado.

Aloisio Pombo de Miranda Santos, MSc.
       Outubro 2014

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.REFERÊNCIAS bibliográficas da dissertação

ANDRADE, Maria Lúcia Amarante de; CUNHA, Luiz Mauricio da Silva. A Indústria de Cimento no Brasil e no Mundo: Uma Visão Geral. BNDES Setorial, Rio de Janeiro: v.1, n.1,33-52, julho de 1995.

ANDRADE, Maria Lúcia Amarante de; CUNHA, Luiz Mauricio da Silva; SILVA, Marcela do Carmo. Desenvolvimento e Perspectivas da Indústria de Cimento. BNDES Setorial, Rio de Janeiro: v.1, n.15,35-62, março de 2002.

AYRES, Mary Lessa Alvim, DAEMON, Ilca Gonçalves; FERNANDES, Paulo Cesar Siruffo. A Indústria de Cimento. BNDES Setorial, Rio de Janeiro: v.1, n.10,335-348, setembro de 1999.

BRASIL - Lei 8884 de 11/06/94 Transforma o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) em Autarquia, dispõe sobre a prevenção e a repressão às infrações contra a ordem econômica e dá outras providências. Disponível em: http://www.leidireto.com.br/lei-8884.html Acesso em: 14 de Agosto de 2008

________. Portaria nº 50 – SEAE-MF / SDE-MJ – Guia para análise Econômica de atos de concentração Horizontal. Brasília: Distrito Federal da União. Agosto de 2001.

________. Portaria nº 70 – SDE-MJ – Guia de análise Econômica da prática de preços predatórios. Brasília: Distrito Federal da União. Dezembro de 2002.

CHRISTENSEN, Clayton M.; RAYNOR, M.. Crescimento pela Inovação. Rio de Janeiro: Campus, 2003.

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CRESSMAN Jr, George E.. A definição do preço na prática – Revista HSM Management, nº 33, São Paulo, julho – agosto de 2002, p. 74-83.

CUNHA, Luiz Maurício da Silva, FERNANDEZ, Cassiana Yumi Hayashi – A Indústria de Cimento: Perspectivas de Retomada Gradual. BNDES Setorial, Rio de Janeiro: v.1, n.18,149-164, setembro de 2003.

GOMES, Mauro Thomaz de Oliveira; DAEMON, Ilca Gonçalves; AYRES, Mary Lessa Alvim; FERNANDES, Paulo Cesar Siruffo. A Indústria de Cimento. BNDES Setorial, Rio de Janeiro: v.1, n.6,77-96, setembro de 1997.

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LEAPE, James P. - Designing Buildings With Low CO² Emissions. Revista Crescendo Lafarge – n.1, Paris, France: Groupe Lafarge, 2006.

LEVIT, Theodore. Diferenciação: A visão de Theodore Levit. Revista HSM Management,  nº 39, São Paulo, 2009, p. 92-96.

PINDYCK, R.; RUBINFELD, D.. Microeconomia. São Paulo: Makron Books, 1997.

PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1986.

PRAHALAD, C. K.; HAMEL, Gary. Competências Essenciais da Corporação. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

SLACK, Niglel, CHAMBERS, Stuart, et. al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 1997.

SNIC – Sindicato Nacional da Indústria do Cimento - Relatórios anuais – Rio de Janeiro: 2000 a 2007.

STONIER, A. W.; HAGUE, D. C.. Teoria Econômica. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

XINHUA. China eliminará fábricas velhas de cimento. Disponível em: http://www.ccibc. com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php?id_pag=2873. Acesso em: 23 de maio de 2007.

WILLIAMSON (1968)

WISE, Richard; SLYWOTZKY, Adrian. O modelo da inovação de demanda. Revista HSM – Management, nº 38, São Paulo, maio – junho de 2003, p. 78-82.

POMBO / MOVA

. Referencial bibliográfico do livro

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BETHLEM, Agrícola. Estratégia Empesarial. São Paulo. Atlas, 2001

BORNHOLDT, Werner. Orquestrando Empresas Vencedoras. Rio de Janeiro. CAMPUS, 1997

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KAPLAN e NORTON. Mapas Estratégicos –Balanced Scorecard. Rio de Janeiro. Record, 1990.

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MINTZBERG, Henry. As Dez Partes da Estratégia. São Paulo, HSM. nº 12,  2007.

NIGUEL, at all. Administração da Produção. São Paulo. Atlas, 1997.

NORMANN e RAMIREZ  - Da Cadeia de Valor à Constelação de Valor. Rio de Janeiro, CAMPUS, 1999.

PASCALE, R. e MINTZBERG, H. O Processo da Estratégia. EUA. Bookman, 2001.

PORTER, M. – Estratégia Competitiva.  EUA . Free Press, 1980  

___________ - 1997. Boston. EUA.. HBS. Press., 1997

PORTER, M e RIVKIN, J. A Transformação dos Setores. EUA HBS Press, 2001.

RAPP, Stan. Muitos para Um. Artigo. São Paulo. 1999- nº 17 - HSM Management.

SILVA, José Claudio Ferreira da. Modelos de Análise Macroeconômica. Rio de Janeiro, 2002. CAMPUS

STEWART, Thomas A. Capital Intelectual. São Paulo. HSM Update 15, 2004