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Globalização e Desemprego

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mova@aloisiopombo.com.br

 

         Início da contagem em 05/05/1998
A MOVA atende no Rio de Janeiro. Escritório na Gávea para todos os estados do Brasil.
 Este site é parte da Página Principal Atualizada em    22 / 04 / 2014

A - O que é a globalização?

B - Globalização é uma coisa boa?

C - Então  não tem contra indicação?

D -  Provoca o desemprego?

E - No Brasil
  desempregou? 

F - Porque só agora se ouve falar em globalização?

G - Os juros e o desemprego

H -  desemprego e a melhoria da produtividade

I - Perguntas de visitantes e minhas respostas

Recursos Humanos

Emprego

Desemprego

CRISE financeira mundial 2008 / 2011

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Prof. Adm. Aloisio Pombo, MSc se candidata a Professor para MBA e Pós Graduação. Disciplinas: Administração da Produção, Operações e Logística; Marketing I, II e II, Marketing Industrial, Marketing de Varejo. Estratégia Empresarial. Planejamento Estratégico. Inovação e Competitividade. Introdução à Economia Macro e Micro. Gerência de Projetos Concepção, Análise e Execução. Economia Brasileira Contemporânea. Gestão Financeira para gestor não financeiro. Organização, Sistemas e Métodos. Empreendedorismo.
Esta é uma página de acesso gratuito de responsabilidade técnica do MSc. Aloisio Pombo CRA-RJ 1481

POMBO / MOVA Consultoria em Gestão Estratégica Empresarial

Conceitos e Definições – O que é Globalização

     Nosso modo de compreender a globalização nos indica que não se trata de um novo modismo dos gurus e espertinhos dos seminários e palestras internacionais, apesar deles também estarem ganhando dinheiro com isso. No nosso entendimento, a globalização (a nova onda atual de globalização) já ocorreu e nós mortais não podemos fazer nada para impedir o seu avanço, mas sim tomar atitudes técnicas, jurídicas e criar uma legislação federal adequada para enfrentar as suas anomalias malignas e o Brasil se aproveitar do que há de bom nela. Quanto às empresas, cada uma no seu caso.

     A globalização veio para ficar, ou melhor, sempre existiu, mas era quase despercebida. Esse artigo não tem a intenção de justificar nada nem defender pessoas ou governos, mas sim levantar o debate, com o estudo do tema.

     Após os anos 70 no Brasil vários eventos ocorreram ao mesmo tempo e ou que se juntaram ou aceleraram a globalização internacional. Foram vários os fatores, tais como: O surgimento de novas tecnologias,  a melhoria da produtividade nas empresas, as desregulamentações, as desestatizações,  as mulheres procurando o mercado de trabalho e elas se empregando mais, abertura econômica dos países.

     Tudo começa a ficar mais claro quando nós olhamos a globalização do comercio mundial com produtos e empresas globais, na velocidade das notícias com a informação viajando a tempo real pela Internet e celulares, com a globalização financeira em que o dinheiro dá a volta ao mundo na velocidade da informação, da Internet, e ou da luz. Tudo isso ocorreu após os anos 70 quando iniciou-se o uso do PC, o uso das telecomunicações via satélite, os cabos de fibra óptica, os programas de software, e outras convergências de tecnologias que facilitaram a globalização e a fez ganhar uma turbinada. 

     A nova ordem estabelecida pelas telecomunicações, meios de transportes, as novas tecnologias proporcionam ao mundo uma maior velocidade dos negócios e comunicação entre os seres humanos. Vamos deixar aqui duas perguntas. Você conseguiria viver sem o seu PC? Sem o PC e a Internet a globalização teria chegado ao que é hoje? 

     Então vamos a uma afirmação: A informação a tempo real, além de amplo, geral e irrestrito uso da Internet, que nos é indispensável além boa e democrática, mudou tudo nos últimos anos. Mas toda essa facilidade causa muitos problemas oriundos da globalização negativa. Solução: Leis de proteção e a presença das instituições em defesa de seus direitos, tal como hoje possuímos o CADE.

 

     Quando a crise de 29 quebrou o mundo, as pessoas levaram muitos dias ou meses para detectar o início da crise, ter certeza de que algo sério ocorreu. E só quando os negócios começarem a piorar mesmo, é que os portadores de ações descobriram que poderiam perder dinheiro, ou ficar pobres, se não vendessem suas ações rapidamente. 

     Até mesmo para essas pessoas mais esclarecidas, foi de alguns dias para uns e semanas para outros. O telefone era o meio de comunicação mais rápido, mas demorava muito para se obter uma ligação local. A ligação internacional demorava horas, nas capitais e dias nas cidades do interior.

     Quando os países asiáticos começaram a dar sinais de quebra, em final de outubro de 1997, em algumas horas todo o mundo já sabia e alguns investidores venderam as suas ações em horas. Telefone celular, comunicação de bolsas de valores com clientes ligadas a cabo, TV a cabo, Internet, agencias de notícias, bancos e financeiras ligadas 24 horas por dia. O dinheiro dá a volta ao mundo em minutos.

     Nos negócios ocorre um fato semelhante. Uma empresa globalizada de hoje é a mesma multinacional de ontem só que turbinada. Ela já era uma empresa com o capital sem pátria, com interesses próprios, seja lá em que país fosse sua sede, e o que importava, ou o que ainda continua importando é: produzir a menores custos, conquistar mercados e proporcionar aos seus acionistas (sei lá de que país eles são) o melhor lucro e valorização de suas ações.

 

     Voltando aos acionistas acima, que acabei de citar,  não sabemos qual a origem do capital investido. De que país eles tem origem, Em sua maioria, esse capital provém de fundos de pensão, isto é, trabalhadores que têm fundo de pensão ou fundo de garantia -FGTS-, pequenos e fracos investidores que esperam em futuro se aposentar e receber renda por ter se precavido no presente poupando para o futuro, alguns mais ricos, e, na sua maioria, aposentados ou prestes a se aposentar. 

     Agora pergunto: Você gostaria de ver seu dinheiro virar pó em um fundo de pensão que não tira o dinheiro de um investimento no Brasil ou em outro país que começa a perder cotação no mercado? Quem manobra esses fundos são gestores contratados e pagos pelos acionistas dos fundos de pensão. E por aí vai. Tem muito mais.  

Prof. Adm. Aloisio Pombo, MSc.   -  CRA-RJ 1481

MOVA Consultoria em Gestão

 

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A nova Estratégia dos EUA para o Mundo.

Notas em 22 de setembro de 2012.

O que observamos nesses 16 meses que passaram foi o Governo Obama não intervindo nas revoltas intituladas “primavera árabe” com a queda de diversos governos no Oriente Médio. A retirada de tropas do Iraque e a promessa de saída no Afeganistão.

No passado os EUA já teriam intervido na guerra civil da Síria, mas nota-se que é uma guerra igual à do Iraque (lá são pelo menos 4 grupos), quando vários grupos rivais lutam para manter o controle. A mesma atitude é vista pelos demais aliados europeus dos EUA enquanto Rússia e China armam e apoiam o governo local.

O governo de Israel tem reclamado muito com os EUA sobre sua posição, e as eleições que se aproximam irão dizer se o povo concorda com essa e outras ações dos EUA para o mundo votando ou não em Obama.

Artigo de 26 de maio de 2011

O mundo está vivendo um novo processo de mudanças de políticas internacionais que são resultantes de ações e reações de iniciativa dos EUA, hoje o país mais importante e influente de todas as nações. Obama, logo após terminar a caça à Osama e sua liquidação passou a adotar uma reorganização do que será sua política externa para o país. Sua decisão se deve a alguns fatores que ocorreram simultaneamente em todo o mundo, sendo:

(i)            Ocorreu o término da fase de procura e eliminação da fonte do terrorismo que atingiu os EUA em 11 de setembro de 2001. Considera-se que uma etapa terminou e agora vem a construção de uma nova estratégia de ação.

(ii)          Está ocorrendo uma revolta, creio eu espontânea, da população em diversos países árabes principalmente já com os governos derrubados de Egito e Tunísia. Aguarda-se o desfecho no Iêmen, Síria e Líbia. Pelos noticiários, essas revoltas têm origem nas informações que o povo de um país obtém em jornais e Internet e se organizam para protestar contra a ditadura e realeza. Os acontecimentos estão chegando ao Iran, China etc.

(iii)         Minha crença também é que a crise financeira de 2008, que até hoje atinge todas economias em todo o mundo, também influiu na decisão da população dos países árabes rebelados em pedir mais emprego e renda para enfrentar a crise que lhes atingiu. Veja as revoltas que estão ocorrendo nos países europeus como: Portugal, Itália, Grécia, Espanha, etc.  

(iv)         O discurso de Obama marca uma nova era e deixa clara a nova política que favorece aos povos árabes e melhora a imagem dos EUA perante todos os muçulmanos. E trata-se de uma nova ordem mundial, tal como ocorreu após a 2ª GG. e quando outros grandes fatos de grande magnitude atingiram o mundo – 1ª GG.; crise financeira de 1930, e outros eventos.

(v)          Obama está em reunião com os líderes do G8 para discutir essa nova ordem mundial, a crise que o Japão está enfrentando após o terremoto de março 2011 e a nova política dos EUA  para o Oriente Médio e com o mundo mulçumano.

Obama definiu em discurso a três dias nos EUA que Israel deva voltar às fronteiras de 1967 e que ocorra um entendimento entre seus visinhos palestinos e árabes. O recado foi que: se há fragilidade na segurança, todos têm que negociar fronteiras e todos buscar o entendimento.

Os novos governos árabes que irão se tornar democráticos deverá receber ajuda de EUA, Inglaterra e França, além do FMI, e assim deverá ser constituída uma nova estratégia, isto é, se um país receber recursos terá que ser uma democracia que respeite o povo e que se entenda com Israel e assim não haverá contendas e todos estarão protegidos.

No meu entender, o equilíbrio de 2011 deverá ser pleno nos próximos 10 anos.

Vamos acompanhar como Rússia, China, Irã e outras potências vão participar desses entendimentos. Hoje o Japão em recessão não terá grande influência e o que precisa é da ajuda dos países do G8.

Há! Lembre-se de que “estratégia é uma política de longo prazo”. Quero aqui alertar que os leitores que, numa empresa uma estratégia define muita coisa, dentre elas o tamanho da estrutura organizacional, a forma como os recursos serão aplicados, mercados que a empresa irá atuar, quais os produtos que irá priorizar, etc. Enquanto que em um país que começa toda reorganização de partidos políticos, orçamentos, etc., a complexidade da concepção / criação da estratégia deverá estar de acordo com a estratégia dos países que irão dar apoio na sua reconstrução.

Vou continuar a emitir minha opinião sobre esse novo momento da Globalização Atual.

Ms. Prof. Aloisio Pombo Adm.
              UFRJ - CRA-RJ 1481-1

Editor responsável.

 

 

Globalização e Desemprego - Expediente
Esta página é parte da Página Principal de autoria do Prof. Aloisio Pombo de que usa as técnicas de promoção e marketing pessoal
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MOVA - Uma empresa de Consultoria Empresaria em Marketing, Organização, Vendas e Administração estratégica.
Editor responsável – Ms. Prof. Aloisio Pombo Adm. UFRJ - CRA-RJ 1481-1

 

 

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A globalização é uma coisa boa para quem?  

Perguntas e Questões sobre a Globalização.
 

     Uma empresa globalizada que elege um país para investir, quer seja para ampliar sua fábrica, quer seja para se instalar pela primeira vez no país, ou então para montar um centro de distribuição regional para atender a todos países visinhos integrantes do bloco econômico, estará sendo uma boa coisa para quem?

Para os trabalhadores que conseguem emprego na nova fábrica.

Para os governos que recolhem mais impostos.

Para as pequenas empresas fornecedoras que receberão encomendas de uma empresa sólida.

Para a empresa globalizada que se instala no país.  

 

São questões que ofereço ao leitor para sua reflexão.

Ms. Aloisio Pombo

 

Artigo em evidência

 

       Globalização

 

Então é uma coisa muito boa e não tem contra indicação?

       Não. Uma multinacional globalizada é uma potência que impõe suas condições de preços, condições de prazos e produção, qualidade total, entregas com padrões rígidos, e muito mais.

Uma empresa globalizada pode ter seu centro de compras em Londres. Pode ter uma série de escritórios de compras em Nova York, Singapura, etc. Seu centro de produção pode ser no Rio de Janeiro ou Rondonópolis, os programas de software e centro de computação em Los Angeles, e os produtos finais são vendidos no mundo inteiro com a mesma marca.

Você compra um veículo Ford e pronto. Hoje importa que você tenha um tênis Nike americano, mas você não sabe onde ele foi fabricado.

Globalização é isto e muito mais. Chegou para ficar com este nome, mas a sua estrutura iniciou-se desde a fundação da companhia das índias. Veio depois à companhia das índias ocidentais, etc. Lembra-se?

Faça perguntas.

Ms. Aloisio Pombo

 

 

Crise 2008 / 2010

Mas em 22 de setembro de 2012.

Depois da economia mundial se recuperar em 2010/11 o mundo sofreu um novo golpe em torno de abril de 2012. Quando tudo parecia que havia chegado ao fim o EURO sofreu um forte abalo com o descrédito do setor financeiro sobre a dívida soberana dos países intitulados como PIG´s Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha.

A dívida desses países passou a levar os países que fazem parte da Zona do Euro a pensar a possibilidade de alguns países como a Grécia sair da Zona do Euro e voltar a sua moeda. Essa foi a principal discussão durante meses entre os países que têm o Euro como moeda. Considerou-se que é melhor manter a Grécia e os demais países com a moeda do que sua saída.

A principal pressão vinha das agências de risco, justamente aquelas que em 1997 fizeram uma forte pressão contra o Brasil na Crise da Ásia. Sim! Justamente aquelas agências que não viram o “ambiente de atmosfera explosiva” que antecedeu a crise de 2008. Elas não rebaixaram os bancos dos EUA, não rebaixaram as financeiras e empresas de seguro que estavam sentadas em cima da bolha imobiliária naquele país.

Pois é. Essas agências criaram uma confusão financeira enorme na Europa rebaixando a dívida soberana de vários países a partir de abril de 2012 e criou o que é a Crise do Euro.  Hoje o Banco Central Europeu está com autorização de comprar títulos da dívida dos países em crise para que esse não paguem juros elevados por ser seus papéis de alto risco.

Tem muito mais. Aloisio Pombo

 

Escrito em set. 2010  -  Agora, em setembro de 2010 a economia mundial se mantém estabilizada na maioria dos países. Saiu o resultado do PIB no Brasil em torno de 8% que foi um bom resultado para o primeiro semestre, empatamos com a Índia, superamos a Rússia e ficamos 2 pontos abaixo da China. Isso comprova os acertos das vantagens fiscais que o governo Lula proporcionou às indústrias, principalmente automobilística, construção e eletrodomésticos. 

Continuem acompanhando as notícias e estatísticas internacionais e nacionais para ajustar o cenário do seu setor e os reflexos que possam afetar sua empresa.

Ms. Aloisio Pombo.                                            

 

Crise Financeira Mundial -   2008   /   2011

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Artigo em evidência

 

       Globalização

 

Estratégia Empresarial. 18-04-14. Por Aloisio Pombo. Este foi o primeiro tema que coloquei em discussão para que os gestores do setor industrial venham a desenvolver o aprendizado da técnica. Caso queira continuar a leitura, peço que dê uma olhada e me fale algo. Veja em http://www.aloisiopombo.com.br/RR.htm#SBMEtiquetas     -    Aloisio Pombo.SBM Etiquetas. Escritório em Friburgo.

 

A globalização provoca o desemprego?

Sim, se a opção da direção de uma multinacional optar por construí-la em outro país ou resolver mudar o centro de produção de seu estado para outro longe onde você mora.

Ela pode provocar desemprego se o produto que você fabrica não for competitivo. Aí quem pode perder o emprego é você, o dono da empresa e seus funcionários.

A competitividade e o livre mercado provoca sempre um grande desemprego. Leia sobre o tema no site específico em minha home page.

Sim, porque geralmente as empresas globalizadas adotam a opção de produzir com aplicação de capital intensivo, ao invés de utilizar a mão-de-obra intensiva, daí ela produz em maior quantidade e os produtores locais têm dificuldades em competir.

 

Artigo em evidência

 

       Globalização

 

 

Então foi a globalização que o Brasil adotou que provocou o desemprego que estamos enfrentando hoje?

 Não, o termo é que chegou junto, mas a globalização já existia com outro nome, o que provocou o desemprego no Brasil foi primeiro a abertura das importações, junto com um conjunto de fatores, a saber: Globalização, tecnologia, produtividade, desregulamentação, e privatizações, maior competição entre empresas, dentre outras causas.

1 - o Brasil a partir de 1991 começou a abrir a sua economia. Nossas empresas viveram protegidas durante muitos anos pela chamada proteção a indústria nacional para que ela pudesse se fortificar e desenvolver.

2 - durante décadas 1960 a 90 vivemos sob o regime da reserva de mercado, quando empresas nacionais e multinacionais instaladas aqui ficavam "protegidas", dos produtos importados que sofriam restrições de importação e até mesmo a proibição, e quando era importado o produto recebia uma taxação muito forte.

3 - os preços, neste período, eram aprovados pelo governo através de um departamento chamado "CIP". Funcionava assim. A empresa multinacional ou nacional fazia um pedido de aumento de preços ao governo. Remetia uma série de provas de que os seus custos tinham subido e que não dava mais para sustentar aquele preço. O CIP emitia um telex à empresa autorizando o aumento. Aí as novas tabelas entravam em vigor. Ninguém trabalhava com custos e competição.

4 - os empregos se mantinham porque não havia competição, perdas com entrada de concorrentes no mercado, redução de margens de ganho, etc. Mas era uma economia irreal.

5 - outra situação impar em todo o mundo era que as multinacionais instaladas aqui gozavam de uma proteção devido à loucura da inflação brasileira, onde só trabalhava com lucro quem soubesse administrá-la. Raramente o pessoal da matriz entendia alguma coisa do que os relatórios diziam. As multinacionais sabiam muito bem como lidar com a inflação.

Ms. Aloisio Pombo

 

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       Globalização

 

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F - Porque só agora se ouve falar em globalização?
Quando chegou a abertura econômica, necessária e ainda mais o zerar (a inflação no Brasil sair de 60% ao mês para 8% a.a. é quase zero)da inflação (alguns economistas consideram 2,3% como zero,isto é, sempre irá ocorrer um valor residual que nunca será zero absoluto), muita coisa aconteceu no Brasil.


A - a competição se instalou em todos os setores.

B - empresários mais velhos e cansados de tantos planos econômicos desistiram de lutar contra a entrada forte da concorrência nacional e estrangeira em todos os setores.

C - os preços precisaram passar por um cálculo de contabilidade de custos muito mais rigoroso e com menores margens de retorno.

 

 

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Artigo em evidência

 

       Globalização

 

G - Os juros para financiar as empresas brasileiras e o desemprego

1 - os juros altos foi um fator determinante para o fechamento de fábricas, empresas e postos de trabalho no Brasil, que não tem nada que faça ligação com a abertura das importações se governo mantivesse nossas taxas no padrão internacional.

2 - baixar juros não foi possível pelo enorme déficit público devido a um estado gordo, caro, super regulamentado, e tudo que as reformas deveriam fazer para tornar o Brasil um país moderno.

3 - resultado, os produtos que chegam de fora são financiados por uma taxa de até 0,8% ao mês ou 3,5% ao ano, e nós ficamos recebendo financiamento a juros de 5% ao mês. Assim não existe empresa que seja competitiva e que conquiste ou mantenha mercado em lado nenhum do mundo.

4 - produtos chegam ao Brasil com financiamentos de 180 a 250 dias naquelas taxas que citei e a empresa brasileira perde mercado, se descapitaliza e dispensa ou não contrata mão de obra.

Ms. Aloisio Pombo

 

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       Globalização

 

H - O desemprego e a melhoria da produtividade

Com o lançamento do programa brasileiro da qualidade e produtividade em 1988 o Brasil começou a se preparar para enfrentar os concorrentes estrangeiros e para a abertura das importações.

Tudo que se viu de lá para cá foi um grande avanço na melhoria de nossa produtividade, melhor qualidade, mais eficiência da empresa brasileira, mas com isso temos menos empregos disponíveis e a impressão de desemprego.

O desemprego que ocorreu num setor industrial, por exemplo, criou emprego no setor de serviços. Um estado que possuía muitas vagas perdeu para outro que recebeu investimento de uma nova indústria que lá se instalou. E assim por diante.

Aloisio Pombo

 

 

 

Nota:
saiba mais sobre diversos temas da administração explorando a página principal. Lá você encontrará informações sobre: qualidade total, reengenharia, marketing, dicas sobre gestão de negócios, database marketing, entrevistas sobre: sobrevivência da pequena e média empresa, como recuperar créditos e manter o cliente, técnicas de venda e negociação, e muito mais, saiba também como contratar uma consultoria em administração visitando a página principal e clique - volte à página principal

Voltarei a este tema. Veja a seguir o tema recursos humanos e anote diversas dicas de como você pode se empregar.
Aloisio pombo

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B - exemplo de casos.

Remeta para este setor os seus casos. Veja nota a seguir de como proceder.

 

Não mande seus casos "cases" em textos em arquivos anexados. Nós não abrimos estes arquivos, pois eles podem conter vírus.

Escreva e remeta sempre seus "cases" no próprio programa de e-mail

 

 

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Artigo em evidência

 

       Globalização

 

I - Diversas perguntas de visitantes e as respostas sobre Globalização, Desemprego e Emprego.  -  
 

SI>Gostaria que dissertassem a respeito do seguinte tema:

SI>A empresa diante da economia globalizada

SI>Creio que o assunto é de grande relevância para o meio empresarial

SI>Simone

Simone.

No meu site globalização e desemprego eu falo bastante e creio que lá você terá um bom material, principalmente quando visitar o tema "minhas respostas".   

Mas vamos lá.

A empresa diante da economia globalizada poderá seu uma dádiva ou um tremendo problema.

Quando uma filial da rede Sam's Walton nos EUA chega a uma cidade do interior, e isto ocorre com uma freqüência muito grande, as lojas que sobreviviam com os clientes locais sofrem efeitos do tipo furacão. Não é fácil competir. Preços, variedade, etc.

Aqui no Brasil o mesmo ocorre quando um Shopping Center se instala em um bairro. Lojas de alimentos, roupas, calçados, butiques, etc., sofrem um efeito devastador e para sobreviver precisam baixar preços, e inventar o impossível para segurar o cliente. Aqui no Rio de Janeiro isto ocorreu e ainda irá continuar ocorrendo com o comércio.

Já observei diversos supermercados Carrefour se instalando em diversas cidades do Brasil. É um arraso para o comércio. Isto é a globalização no comércio.

Por outro lado vemos a globalização funcionando no Mercosul e outros blocos econômicos. As empresas globais lançam produtos globais para conquistar mercados e ampliar os seus domínios.

Aloisio Pombo

Pergunta:

RO> Bom, em primeiro lugar eu gostaria de elogiar a home page, que está muito boa.

RO> Minha questão, é que eu preciso com urgência, de um resumo falando sobre

RO> Gostaria que me ajudassem, e certo de sua compreensão, desde já meus si

RO>Grato.

Inicialmente agradeço pelo elogio. Trata-se de uma ferramenta de marketing para promover as minhas marcas - Aloisio Pombo e - MOVA. Vivo da venda de meus serviços de consultor em administração e a web é uma ótima forma de prestar um serviço a quem deseja conhecer mais sobre a administração.

Tenho em minha homepage, no site globalização várias perguntas e respostas onde você encontrará resumos sobre o tema, mas se você ainda tiver dúvida faça alguma pergunta específica.

Resumo do resumo. Globalização sempre existiu só que hoje os fatos ocorrem com mais velocidade, quer seja pelas telecomunicações nos mostrando as mudanças em tempo real, como também as facilidades de deslocamentos dos meios de comunicação, encurtando o tempo que uma caravela nos leva a Europa X um avião a Jato. Nas finanças o dinheiro dá a volta ao mundo em minutos.

Aloisio Pombo

Pergunta:

Gostaria de fazer algumas perguntas e ter resposta o mais rápido possível por gentileza.

1) A economia brasileira livrou-se da armadilha da política cambial errada e agora poderá reduzir juros e crescer ? Justifique a resposta.

2) a falta de controle sobre remessa de lucro excedeu pressões sobre as contas externas?

Caro visitante.

1 - A armadilha cambial foi desfeita, poderá reduzir os juros sim e para crescer terá que investir no controle de seu orçamento e manter uma boa política partidária de proteção dos projetos que estejam no congresso para evitar a pressão sobre a moeda.

Justifico que poderá, caso não venhamos a sofrer um novo ataque a moeda. O Brasil precisa de calma e tranqüilidade durante pelo menos 2 anos para se solidificar algum crescimento.

2 - Esta estória de proibir remessas de lucros nos anos 60 nos trouxe um aluguel de dinheiro que estourou nos anos 80 e o capital internacional deixou de se interessar em colocar investimentos no Brasil por muitos anos.

A empresa vive de lucro. Pergunto a você: Caso você seja acionista de alguma empresa, em qualquer parte do mundo, ou melhor no Brasil, você gostaria de passar um longo tempo sem receber dividendos dos lucros ? Se a empresa não der lucro você continua a manter seu dinheiro lá ?

Sem dinheiro do acionista a empresa tem que buscar dinheiro no mercado financeiro, certo ? E por aí vai. Não investir no Brasil porque ele não permite que a empresa faça remessa de lucros. A empresa recebe financiamento externo que rola por 60 a 90 dias no exterior. Vence paga juros e renova. Vence paga juros e renova.

É simples, assim foi durante parte dos anos 80 e 90 até que se começou a facilitar a remessa dos lucros.

Aloisio Pombo de Miranda Santos

Aloisio Pombo de Miranda Santos

Pergunta:

É quando as empresas tornam seus produtos globais e exercem sua força econômica perante outros países em outros continentes. É também o processo financeiro internacional em que os bancos estão envolvidos.

JO>- Em que processo a Globalização modifica o comportamento das empresas e pessoas?

Sempre modificou e continuará modificando pela vida toda através dos séculos. Céu, só nos livros de história. Mar tranqüilo, só um lago protegido. Tudo que tem possibilidade de ser comercializado, em qualquer parte do mundo, lhe é ofertado através dos meios de comunicações. Depois dos anos 80 o computador PC e os meios de comunicações com tecnologia digital revolucionaram a globalização e modificaram o comportamento de empresas e pessoas.

JO>- Como a Globalização afeta as relações de Trabalho

Da mesma forma que afeta as pessoas.

JO>- O que são empresa Transnacionais

São aquelas que lançam produtos globais e que se instalam em diversos países para produzir e distribuir nos vários continentes eleitos para que os mercados sejam conquistados.

JO>-O que se quer dizer com empregabilidade e quais as expectativas quanto ao e

Empregabilidade é o método de uma pessoa manter o seu emprego ou a sua capacidade de se empregar ou se manter empregado.

Aquele que quer ter empregabilidade deve saber outras técnicas além das suas habituais. Conhecer e lidar com os principais programas de computador. Falar mais de 2 línguas além do português. Ter quociente emocional desenvolvido. Disponível para viagens e mudanças de cidade. Fazer muitas funções dentro da empresa. Etc.

Aloisio Pombo

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Pergunta:

RE>Lendo sua pagina na internet e possuindo interesse no assunto: Globalização,

RE>suscitaram algumas dúvidas, espero contar com sua preciosa ajuda para

RE>responde-las.

RE>1 - Como estão fluindo os capitais a nível global?

RE>2 - Quais os reflexos que causam nas economias das nações?

RE>3 - A que nível esta ocorrendo a interdependência das nações?

RE>Ficaria muito agradecido se obtivesse retorno a respeito das minhas

RE>indagações.

RE>Atenciosamente,

RE>Renê.

Renê.

Vamos as respostas, mas volte a minha homepage no site globalização e lá você terá muitas outras informações sobre o tema.

1 - Como estão fluindo os capitais a nível global?

Em segundos. Após os anos 70 com o advento do computador pessoal e a explosão das telecomunicações a cabo de fibra óptica e satélite, o dinheiro está dando voltas muito rápidas pelo mundo. Incrível como isto funciona quando algum país sofre um ataque a sua moeda.

"O capital é o bicho mais medroso do mundo". "O capital é como o vento só entra se houver uma porta de fuga". Estas frases de autor desconhecido dizem muito sobre o ânimo da velhinha de Taubaté que tem seu dinheiro em ações em época de crise.

2 - Quais os reflexos que causam nas economias das nações?

Terríveis. Estes capitais especulativos são muito perigosos para qualquer país. Um fluxo e refluxo forte de movimentação de capitais deixa qualquer banco central perdido. Os países precisam fazer um acordo para domar estas movimentações de capital para que a situação seja controlada. Eu sou favorável a criação de um fundo de sustentação e apoio a países que sofrem ataques. Cada vez que um especulador movimenta na entrada e na saída de qualquer país os seus recursos, ele deverá deixar um percentual que irá para este fundo internacional de compensações de grandes perdas.

3 - A que nível esta ocorrendo a interdependência das nações?

As nações se submetem ao capital especulativo da mesma forma que um paciente numa CTI se submete a uma transfusão de sangue. É compulsório. Ou recebe sangue novo ou morre.

Aloisio Pombo

Pergunta:

MU>Qual a influência da Globalização na Engenharia ?

Caro visitante.

Para lhe responder sobre os efeitos da globalização na engenharia eu primeiramente recomendo que você leia todo o meu site sobre o tema http://www.aloisiopombo.com.br  ou ainda no antigo  hps.infolink.com.br/pombo no subsite globalização e desemprego. Lá você terá além de definições e conceitos do tema, terá também muitas perguntas e respostas que poderão esclarecer muitas de suas dúvidas.

Vou aqui quase que repetir o que já respondi e você certamente irá ler. A globalização veio de muito e muitos anos. Ela sempre prejudica mas sempre traz o desenvolvimento para um país.

A globalização recebeu uma turbinada depois da década de 70/80 quando o PC passou a fazer parte da casa e dos escritórios das pessoas e também data deste período o avanço nas telecomunicações por satélite, digital, e a cabo.

Depois daí uma descoberta, notícia boa ou ruim, uma nova tecnologia, o lançamento de um produto, dinheiro, dá a volta ao mundo em segundos. Isto é forte demais para apenas duas décadas que vivemos após estas duas novidades.

A sua profissão de engenheiro irá sentir o mesmo que as demais sentiram. Não sei a sua idade mas eu com meus 59 anos vivi dois momentos antes de me formar engenheiros dominavam as empresas e após o lançamento dos cursos de Administração no Brasil a sua profissão começou a perder espaço e o engenheiro teve que ir para o chão de fábrica e vai ser difícil sair de lá para o escritório onde também habitavam. Hoje este espaço é nosso. Isto não foi por causa da globalização.

Mas, nem tudo está perdido. Faça um pós graduação em Administração e você estará muito bem posicionado para o futuro.

Aloisio Pombo

Pergunta:

LE>Sou aluno do 4º período de engenharia da Universidade do Estado do Rio de

LE>Janeiro (UERJ).

LE> Em face as recentes transformações do processo de globalização, quais as

LE>possíveis conseqüências para o profissional de engenharia do Brasil.

LE> Desde já agradeço

LE> Leandro R. Soares

Caro visitante.

Os países que eram ricos antes da globalização continuam mais ricos, e os paises que eram pobres continuam ficando mais pobres.

A lei da selva é isto aí.

Catinha
quais são as causas, conseqüências e as alterações econômicas da
globalização e da economia mundial
As causas da atual TURBINADA da globalização são oriundas dos anos 70 com os
novos PC, telecomunicações via cabo e satélite, e a TV/internet.
Globalização sempre existiu, mas hoje temos que entender o mundo como uma
aldeia, ou melhor um grande quintal.
As conseqüências são essas todas mudanças econômico-financeiras e de
comunicação que ocorrem em todo  o mundo. Veja os produtos globais, empresas
globais, capitais dando a volta ao mundo em segundos e também globais.
Boa sorte
Aloisio Pombo
 

Carlos.

Seu questionamento sobre a globalização e o desemprego é muito natural.

O que está acontecendo com o mercado de trabalho ????
Está esfacelado. Empresas estão fugindo da contratação por causa dos custos sociais. Também a bruta recessão dos últimos 6 anos é barra pesada. Estamos em plena transformação no Brasil, mas se o ocorrer algum desenvolvimento as coisas podem mudar. Não será possível elas não contar com equipes próprias para obter o sucesso que pretenderão. É minha opinião.
Claro que há mais profissionais do que vagas, mas está tão generalizado assim, ou será que ando meio sem sorte ????
Talvez seja o método de busca da colocação que esteja lhe atrapalhando. Uma grande percentagem, sei lá, 60% dos que conseguem empregos, não tenho o número certo, ocorrem por indicação, outros 20% por agências especializadas, e um pequeno número por anúncios. Abra o leque. Fale com quem conheça o seu trabalho. Mostre a cara. Mire uma empresa boa e fale com seu gerente de vendas como solucionar algum problema em alguma área de seu domínio. Insista.
Gostaria de "aproveitar" dos queridos consultores que fazem parte deste tão saudável grupo e pedir que me "iluminem" um pouco, pois parece que ando navegando num oceano desconhecido; e o pior; à noite...
Seja bem vindo. Vamos buscar em você a luz de nossa inspiração. Muito obrigado por ter escrito tão francamente.
Espero não ter abusado dos participantes, e se não desejaram polemizar meu
assunto no grupo, podem me responder em PVT

Que quer dizer PVT?

Boa sorte.

Rio, 30/8/2001

Aloisio Pombo

Valquiria
Sobre a globalização e a revolução industrial.
Desde os Fenícios, Egípcios, Romanos, Unos estamos enfrentando os efeitos da globalização. Com os navios negreiros assaltando a África não foi diferente. A revolução industrial provocou outro grande reboliço na globalização.

Mas a turbinada ocorreu após a década de 70 com o advento dos PC, telecomunicações, cabo de fibra óptica, e outros. Multinacional sempre existiu e elas sempre trabalharam com um pensamento global, mas hoje temos uma aldeia global.

Vá a minha página www.aloisiopombo.com.br ou no antigo  hps.infolink.com.br/pombo  e saiba mais sobre o tema.

Prof. Aloisio Pombo

 

Jaciara.

As crises e a globalização.
O administrador de crises é o mesmo dos tempos de euforia, só que quando as dificuldades ocorrem o bom administrador se destaca pela sua habilidade, persistência, sabedoria de como aplicar as técnicas no momento certo.

As mudanças que ocorrem hoje é de ordem geral. Produtos estão com seu ciclo de vida muito mais curtos e passaram de locais para globais. Os preços são determinados pelo cliente, então os custos são feitos do mercado para a empresa. Os clientes estão cada vez mais exigentes e com todos os preços na cabeça graças ao FAX / celular / Internet / e-mail / ... /.

Na área de pessoal, o que vemos é as empresas se preocuparem com o capital humano. A retenção de cérebros ao invés de demissões em massa. Não existe máquinas que registram o que nosso cérebro faz. A visão e os sentidos humanos são insubstituíveis.

Boa sorte.

Prof. Aloisio Pombo

Qual o papel da INTERNET   na globalização

Foi mais um empurrão após o grande momento da globalização que ocorreu nos anos 70/80, quando as telecomunicações por satélite, os PC, as fibras ópticas permitiram uma informação em tempo real dar a volta ao mundo. Os investidores internacionais fizeram da comunicação uma festa com o dinheiro de terceiros nos investimentos globalizados e os países se unindo em blocos econômicos levou as empresas a criar produtos globais, e elas mesmos hoje são globais.

A Internet veio a coroar essa fase da globalização de forma forte, e hoje com uma antena parabólica do tamanho de uma carteira de notas e um celular, não existem barreiras. Veja a China.

Divulgue meu site na sua empresa e universidade. Aceito convites para palestras. www.aloisiopombo.com.br  ou no antigo       hps.infolink.com.br/pombo

Aloisio Pombo

Gostaria das respostas para as seguintes perguntas:
1 - O que a globalização representa para a empresa em
termos de ameaças e oportunidades.
Ameaças - Caso sua empresa esteja no setor de uma multinacional que venha
produzir no Brasil um produto global e que seja uma ameaça. Faça
concorrência muito forte para a empresa que você trabalhe e com isso você
perca emprego.
A empresa globalizada não se interesse pelo Brasil e se mude para o Chile e
você perca as oportunidades.
Oportunidade - Essa multinacional lhe nomeie representante local. Lhe
contrate como funcionário. Compre de você como fornecedor pequeno ou grande.

2 - Quais são os efeitos da globalização da economia
para as organização brasileira.
São totais já que a economia brasileira está se abrindo e por isso nada
segura a globalização aqui e no mundo todo. Cuba é uma exceção, já que a
China já está abrindo a economia e aceitando os produtos globalizados.

3 - Com o processo de globalização da economia, que
mudanças ocorrem nos investimentos e criação de novos
negócios.
Por exemplo o Brasil irá investir cerca de US$25 bilhões nos próximos quatro
anos no setor de  energia. Vários negócios serão criados na geração,
transmissão e peças para atender a demanda. Veja a Ford que ia se instalar
no RS e o governo não aceitou a globalização. Com a ida dela na Bahia muitos
perderam e muitos ganharam, mas ainda bem que foram brasileiros pois ela
poderia ter ido para o Chile como estava também nos seus planos.
4 - Quais são os motivos que levam grande parte de novos
empreendimentos de pequeno e médio porte a terem uma
sobrevida muito curta.
O dono não estar presente. Falta de conhecimento de como se tornar
empresário. Falta de conhecimento do ramo. Não saber administrar e não
querer aprender. Não saber encontrar pessoas certas para fazer o que ele não
sabe. Não ouvir quem lhe dá conselhos. ...
Boa sorte
Aloisio Pombo

Muito obrigada
Joceli

gostaria que me respondesse seguinte questão:A globalização atual não é irreversível? sim ou não e porque? Luís

O administrador é um estudante da disciplina das ciências sociais, onde tudo muda a todo instante. Ele enfrenta a globalização como lida com sua empresa que muda e sofre os efeitos da mudança e por isso deve sentir muito menos os efeitos da globalização atual do que os demais profissionais.

Nós sabemos que a globalização sempre é irreversível e nada volta ao lugar antigo. Isso aconteceu com a queda de Constantinopla que acabou com o império dos Romanos que sucederam ao Império dos Egípcios. Com a revolução industrial que trouxe a esperança dos camponeses pelos empregos nas cidades.

Estamos no ano 32 D.PC. , isto é, nos anos 70 o mundo assistiu o início de um novo período de globalização onde os PC, os satélites e seu efeito nas telecomunicações, a fibra óptica com seus cabos maravilhosos, criaram o mundo em tempo real. Tudo hoje é, ou pode ser, instantâneo.

Foi mais um empurrão após o grande momento da globalização que ocorreu nos anos 70/80, quando as telecomunicações por satélite, os PC, as fibras ópticas permitiram uma informação em tempo real dar a volta ao mundo. Os investidores internacionais fizeram da comunicação uma festa com o dinheiro de terceiros nos investimentos globalizados e os países se unindo em blocos econômicos levou as empresas a criar produtos globais, e elas mesmos hoje são globais.

A Internet veio a coroar essa fase da globalização de forma forte, e hoje com uma antena parabólica do tamanho de uma carteira de notas e um celular, não existem barreiras. Veja a China.

Divulgue meu site na sua empresa e universidade. Aceito convites para palestras.

Aloisio Pombo

 

Roberto, vou responder nas suas perguntas.

1 - O que a globalização representa para a empresa em
termos de ameaças e oportunidades.
Ameaças - Caso sua empresa esteja no setor de uma multinacional que venha
produzir no Brasil um produto global e que seja uma ameaça. Faça
concorrência muito forte para a empresa que você trabalhe e com isso você
perca emprego.
A empresa globalizada não se interesse pelo Brasil e se mude para o Chile e
você perca as oportunidades.
Oportunidade - Essa multinacional lhe nomeie representante local. Lhe
contrate como funcionário. Compre de você como fornecedor pequeno ou grande.

2 - Quais são os efeitos da globalização da economia
para as organização brasileira.
São totais já que a economia brasileira está se abrindo e por isso nada
segura a globalização aqui e no mundo todo. Cuba é uma exceção, já que a
China já está abrindo a economia e aceitando os produtos globalizados.

3 - Com o processo de globalização da economia, que
mudanças ocorrem nos investimentos e criação de novos
negócios.
Por exemplo o Brasil irá investir cerca de US$25 bilhões nos próximos quatro
anos no setor de  energia. Vários negócios serão criados na geração,
transmissão e peças para atender a demanda. Veja a Ford que ia se instalar
no RS e o governo não aceitou a globalização. Com a ida dela na Bahia muitos
perderam e muitos ganharam, mas ainda bem que foram brasileiros pois ela
poderia ter ido para o Chile como estava também nos seus planos.
4 - Quais são os motivos que levam grande parte de novos
empreendimentos de pequeno e médio porte a terem uma
sobrevida muito curta.
O dono não estar presente. Falta de conhecimento de como se tornar
empresário. Falta de conhecimento do ramo. Não saber administrar e não
querer aprender. Não saber encontrar pessoas certas para fazer o que ele não
sabe. Não ouvir quem lhe dá conselhos. ...
 

Vamos as respostas nas suas perguntas.

Aloisio Pombo

 

 

----- Original Message -----

From: Eliciano

To: 

Sent: Friday, January 25, 2002 11:53 PM

Subject: Pergunta

Olá,  gostaria se possível, que o senhor me esclarecesse uma dúvida, desde já agradeço a atenção. Quando algo de novo surge em ciência, métodos, tecnologia,  etc, é sempre motivo de muita especulação, principalmente quanto à sua eficácia e tempo de duração, foi assim com o telefone, avião, automóvel, computador pessoal e também com o Marketing entre diversos outros. Hoje, a história se repete, só que com muito mais impacto, pois já faz alguns anos que a forma como o marketing vem sendo trabalho não tem sido questionado. Surgem perguntas como: marketing é para satisfazer as necessidades do consumidor ou às minhas como produtor ou prestador de serviços?

Tudo em MKT continua sendo feito para satisfazer as necessidades do consumidor. Lógico, isso é feito para que a nossa empresa se torne competitiva e tranqüilize a nossa posição perante o mercado já que estaremos fazendo o que o consumidor deseja.

 Claro que o que mais se estuda nas faculdades é que marketing parte da premissa de identificar o público-alvo e descobrir suas necessidades e desejos e daí satisfazê-las. Porém existem outros profissionais que trabalham na linha de que "o cliente não sabe o que quer",

Realmente o cliente não sabe o que quer. Se nós somos os produtores e que procuramos identificar o nosso público-alvo e o que ele quer, muitas vezes oferecemos os redutos muito próximo daquilo que pensamos o que ele quer, e por isso tentamos agradar o cliente mesmo sabendo que ele não sabe o que quer, e o que estamos oferecendo é o que fazemos de melhor para agradá-lo, e o nosso produto poderá ser muito acima daquilo que ele almeja.

 é tarefa do marketing criar necessidades novas e daí satisfazê-la e mais, eles acreditam e defendem que não existe uma forma de se descobrir através de pesquisa uma demando por produto novo, revolucionário e vão mais longe, segundo a turma aí, não existe nenhum produto revolucionário que tenha sido fruto de pesquisa de mercado, se você pergunta o que o cliente quer ele vai dizer que um produto de qualidade por um preço baixo.

Existe sim. Hoje um produto lançado é um produto pesquisado para se aproximar daqueles segmentos de mercado onde estão o nosso público-alvo. Não se fazem mais Coca Colas, que é um produto imposto. Hoje eles são feitos para segmentos de pessoas que poderão consumir o determinado produto.

Para eles, é o produto que cria a necessidade ou desejo e não o contrário, como exemplo podemos citar a geladeira, antes se conservavam os alimentos com sal, até aí todos estavam satisfeitos ou não tinham idéia do que poderia ser feito para facilitar suas vidas até o surgimento da geladeira quando as pessoas começaram a entender o quanto esta criação poderia dar comodidade às suas vidas; e então, dificilmente se encontra hoje uma casa sem este eletrodoméstico. Poderia citar aqui diversos outros exemplos como o automóvel, o telefone e sendo mais atual o Windows.

É a nossa função no MKT fazer essa constante pesquisa e surpreender os possíveis clientes. Descobrem-se produtos que não tem nenhuma utilidade aparente como foi o caso do fax por parte dos americanos. Muito depois da tecnologia descoberta é que foram lançá-lo como produto pelos japoneses. Cabe ao MKT estar criando utilidade para aquilo que se descobre  lança.

Então enfim, chego à minha dúvida, que já está exposta no desenvolvimento acima: o que você(s) acha(m), o marketing é descobrir o que o cliente quer e satisfazer ou criar desejos a partir das minhas necessidades como produtor\prestador de serviço?

Finalmente. O MKT além de buscar descobrir as suas necessidades ele também tem como função a criação de necessidades através do MKT de comunicações. A ampliação do mercado é uma função que traz mais consumidores.

Boas perguntas, e boa sorte.

Aloisio Pombo

Boa tarde!!

Gostaria de saber do Professor, quais os efeitos positivos e negativos da
Globalização Econômica para a Economia Brasileira??

Obrigado!
Rafael.
A globalização é um processo internacional sem volta. Seus efeitos sobre a
economia nacional e internacional são instantâneos, isto é, em tempo real.
Com as telecomunicações, satélites, PC, fibra óptica, tudo mudou após 1970.
O dinheiro dá a volta ao mundo em segundos e o ataque a moedas nos países
também. O capital financeiro é como o vento, um furacão, é devastador ou
ameniza países.
O Brasil está passando um grande período de calmaria, felizmente. Os
capitais internacionais estão chegando em forma de investimento a longo
prazo o que é excelente, já que o investimento em busca de juros é péssimo.
Uma empresa que se instala no Brasil traz capital novo, tecnologia, e
mercados externos para as nossas exportações. Veja a Ford que ia para o RS e
hoje está na Bahia. E se ela tivesse desistido e fosse para o Chile? Quanto
perderíamos?
Tem muito mais.
Aloisio Pombo

 

Vamos as respostas nas suas perguntas.

----Globalização


 

Caro Sr.

 

Estou com um trabalho sobre este tema acima, para ser concluído e entregue hoje a noite . Se possível gostaria que me ajudasse com duas questões:

 

1. Do seu ponto de vista, o que você entende por globalização?

 Globalização é o conjunto de produto global, MARCA global e empresa global. De país global -economia- fechado (Cuba) e país aberto (Alemanha). Sem uma empresa global é aquela que compra em Londres, Singapura, NY. Produz no Brasil / Espanha / Malásia / México, com desenhos e design produzidos em diversos países (Índia / Brasil / EUA), e vende para o mundo todo.

2. Como a globalização pode se manifestar no lugar em que vivemos?

 Aí no interior do Maranhão vocês estão sofrendo o efeito da globalização pela proibição do trabalho do menor divulgado insistentemente por todo o mundo. Vocês estão comprando um tênis Nike por causa dela. A internet está lhe afetando por seu um dos meios mais importantes da globalização.

de já sou muito grato.

 

Caxias-MA, 26 de março de 2002

14 horas e 43 minutos.

 

Em primeiro lugar gostaria de parabenizá-lo pelo trabalho feito neste site,

Muito obrigado!
que é de grande valia para nós estudantes universitários ou não,aproveitando
o ensejo gostaria de fazer duas perguntas sobre a globalização pois já
pesquisei bastante e não consegui achar a resposta ou talvez não tenha
conseguido interpretar bem as questões.


Ana Maria Correia
Vou responder nas suas perguntas.
1º - como e quando surgiu a idéia de globalização? quais os motivos que
fundamentam esta estratégia?
Ela data da origem do homem. Os Fenícios há 5000 anos já foram seus agentes.
Egípcios, Romanos, Unos, Portugueses, Ingleses, etc. Não é uma estratégia é
um fato, isto é, acontece a todos os momentos sem que ninguém possa fazer
nada para impedir o seu desenvolvimento. Não adianta ser contra ou a favor.
Temos que enfrentá-la juridicamente, com barreiras alfandegárias, e de normas
do estado que proteja as pessoas..
Veja esse texto que eu preparei para uma resposta a um visitante.
A globalização é um processo internacional sem volta. Seus efeitos sobre a
economia nacional e internacional são instantâneos, isto é, em tempo real.
Com as telecomunicações, satélites, PC, fibra óptica, tudo mudou após 1970.
O dinheiro dá a volta ao mundo em segundos e o ataque a moedas nos países
também. O capital financeiro é como o vento, um furacão, é devastador ou
ameniza países.
O Brasil está passando um grande período de calmaria, felizmente. Os
capitais internacionais estão chegando em forma de investimento a longo
prazo o que é excelente, já que o investimento em busca de juros é péssimo.
Uma empresa que se instala no Brasil traz capital novo, tecnologia, e
mercados externos para as nossas exportações. Veja a Ford que ia para o RS e
hoje está na Bahia. E se ela tivesse desistido e fosse para o Chile? Quanto
perderíamos?
O Brasil de tanto prejudicar os trabalhadores dos sindicatos de
trabalhadores automobilísticos da Itália e Alemanha os obrigou a mandar
dinheiro para treinar sindicalistas brasileiros em conseguir melhores
salários por aqui, e que nossos carros chegassem mais caros por lá. E os da
GM nos EUA que não conseguiram nada com suas brigas contra a instalação de
fábricas aqui.
Tem muito mais.
Aloisio Pombo

Leia a minha homepage http://www.aloisiopombo.com.br  hps.infolink.com.br/pombo  no site globalização e desemprego e você terá muitas informações do que é a globalização e como ela vem se desenvolvendo.

Aloisio Pombo

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A - como se comportar numa entrevista de emprego ?
B - planejar - como a empresa deve se preparar p/ entrevistar um candidato
c - como entrevistar um candidato a emprego ?
D - como deve se vestir para uma entrevista ?
E - como se preparar para o dia da entrevista
f - serviços que eu poderei prestar ao desempregado
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Em maio/ 99 o CRA-RJ me informou que lá existe um banco de dados com registro de currículo vitae. Procure no site http://www.cra-rj.org.br e registre-se.

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A - como se comportar numa entrevista de emprego ?
 

1 - reduza a ansiedade com exercício de respiração, paciência, calma, respeito ao local onde você está, mas nunca fique com medo ou pense que precise sentir medo. Respeito sim.

2 - ao ser chamado demonstre simpatia, desde um discreto sorriso, um correto comprimento de mão, e ao sentar-se divida o peso entre o assento e as pernas. Não é recomendável se recostar ou sentar com as costas (você não está em sua casa), mesmo que o sofá seja muito mole e baixo.

3 - continue respirando discretamente, se concentre na entrevista e comece a prestar muita atenção nas perguntas que lhe são feitas para respondê-las completamente.

4 - nunca minta. Não tente falar mais do que você sabe sobre o tema. Muitas vezes o entrevistador te dá corda. Você sai pensando que enganou a todos, mas na realidade o idiota é você.

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B - planejar - como a empresa deve se preparar para entrevistar um candidato ?

Primeiramente deveremos planejar o nosso trabalho ao responder as seguintes perguntas e seguindo os seguintes passos:

1 - definir o perfil do candidato que queremos e necessitamos para cobrir a vaga existente.

Dentre outras habilidades e conhecimento temos: experiência desejada, escolaridade, capacidade de comunicação, aparência, idade, ... .

Se temos este candidato dentro de nossa empresa ou se temos que encontrá-lo fora.

Porque não conseguimos formar um substituto dentro da empresa.

2 - definir a faixa do salário que o candidato irá ganhar e que bloco de cargo ele irá ocupar.

Se início de carreira. Operacional de apoio. Gerência. Diretoria. Presidência.

Lembro aqui neste espaço que ao contratar um boy poderemos estar falando o possível futuro presidente da empresa.

3 - definir onde e como iremos fazer o recrutamento.

Se jornal em anúncio aberto, meio fechado, ou fechado. Se agência com a primeira entrevista fechada ou aberta. Se agência caça talentos.

4 - decidir o tipo de seleção.

Quantas pessoas de nossa empresa irão participar da seleção, quantas entrevistas serão necessárias, se haverá uma ou mais rodadas do funil, quantos candidatos pré-selecionados serão levados à gerência geral ou diretoria para a escolha, onde serão realizadas as entrevistas. Tempo de duração do processo seletivo. Grau de urgência na contratação.

5 - decidir se iremos fazer algum tipo de teste .

Psicotécnico, cálculos, datilografia, etc.

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C - como entrevistar um candidato a emprego ?


Ofereço nesta homepage algumas técnicas principais que o entrevistador deverá usar para selecionar e escolher candidatos a emprego em organizações de qualquer natureza, principalmente empresa, desde o micro até o grande porte.

·       

o   Primeiramente deveremos estar sempre com informações escritas pelo candidato em nossas mãos, quer seja um curriculum vitae, ou uma proposta de pedido de emprego que se compra em papelarias. Lá iremos riscar e rabiscar, corrigir dados e acrescentar informações que depois nos serão úteis.

·       

o   São seis os eixos principais que o entrevistador deverá se manter para obter as informações que deseja saber para tomar a decisão de contratar o candidato, a saber: o que o candidato quer, dados pessoais e familiares, empregos anteriores, escolaridade, social, e comportamento/temperamento/educação.

1 - definir o que o candidato está querendo.

Se o candidato quer realmente assumir a vaga e também se ele quer por um longo período de tempo ou quer o emprego só para se empregar até conseguir outro que lhe agrade.

2 - dados pessoais familiares

Onde mora, com quem reside, se paga aluguel, o que os pais fazem, quantos irmãos tem, onde trabalham e sua formação. Se casado, o que a esposa faz. Quantos filhos. Se sadios. Se estudam. Se vive maritalmente. Se tem filhos mesmo não sendo casado. Quantas conduções pega para chegar a sua empresa.

A relação familiar como é com: pais, sogros, esposa, irmãos.

3 - empregos anteriores

Começar pelo último. Perguntar pelos intervalos de tempo da carteira sem registro. O que fez e como pode comprovar. Prestar atenção para pouco tempo em cada registro. Perguntas:

O que você fazia na empresa tal ?

Mande que fale um pouco sobre (uma das tarefas ou funções que o candidato irá desempenhar em sua empresa)

Pergunte. O que mais lhe agradou nessa empresa ?

Pergunte. O que mais lhe decepcionou ?

Porque você saiu desta empresa ?

E brigou ? Porque ? Você acha que tinha razão ?

Faça as mesmas perguntas sobre o penúltimo e antepenúltimo, e algumas empresas onde tenha desempenhado a função que você esteja contratando.

Anote nomes de gerentes ou lideres a quem o candidato prestava contas.

4 - escolaridade

Até que grau. Cursos de complementação e extensão. Profissão que pretende seguir.

Locais onde o candidato estudou.

5 - social

O que ele faz nos dias de folga e domingos. Que clube freqüenta. Os esportes preferidos. Hobby. Quantos amigos possui.

6 - comportamento e temperamento. Educação

A cultura de nossa empresa deverá ser à base do estudo do comportamento do candidato no momento da entrevista. Tem um exemplo muito claro ao contratarmos um candidato para a vaga de vendedor de loja de surfwear. Esta vaga requer um candidato jovem, extrovertido, conhecedor dos esportes que os seus atuais clientes costumam praticar e a moda que esta classe deseja vestir. A vaga de um gerente de vendas requer um candidato que tenha comportamento de liderança, saiba lidar com subordinados, tenha estilo de um formador de equipe de trabalho, etc.

Cada um destes candidatos terá que estar identificado com o temperamento e comportamento que os dirigentes desejam para o bom entrosamento do time de trabalho que ele irá pertencer.

7 - durante a entrevista

Durante a entrevista estaremos sempre dirigindo as nossas perguntas para atender ao correto preenchimento da vaga, isto é, descobrir no candidato se ele atende as características do perfil do funcionário que planejamos para aquela função, conforme já estudamos na alínea (b), isto é, planejamento da entrevista.

8 - quanto deve durar cada entrevista

Para se medir o tempo ideal de cada entrevista e a distribuição do tempo entre os itens de 1 a 5, temos algumas dicas:

O tempo de cada entrevista eu meço de acordo com a quantidade de candidatos que temos na fila. Se foi um recrutamento de jornal e a fila está grande, então partimos para uma pré-seleção, marcando com os candidatos com mais chance para outro dia em intervalos a cada hora ou a cada meia hora, dependendo da importância da vaga a ser preenchida.

O item mais importante e que deve levar mais tempo para perguntas e respostas creio que é o da experiência profissional, seguido dos dados pessoais, ficando a escolaridade e o social com pouco tempo.

Mas o cuidado maior é nós sabermos o que o candidato pretende fazer com a oportunidade após a contratação. Se vai ficar ou está fazendo de nós um trampolim. Pois se nós contratamos alguém que não esteja enquadrado naquilo que é seu ideal estaremos correndo o risco de perder todo o nosso trabalho e voltar a novo recrutamento. Deveremos estar atentos em toda a entrevista prestando a atenção nos sinais que o candidato nos dá sobre sua intenção de permanecer em nossa empresa.

Nas respostas do porque o candidato mudou dos empregos anteriores vem muito do que queremos saber. Outra boa fonte está na escolaridade quando perguntamos sobre a profissão desejada e os cursos que estão sendo feitos ultimamente. No social poderemos ter pistas quando perguntamos quais são as aspirações sociais do candidato.

9 - respeito a todos os candidatos

Nunca pense ao contrário. É importantíssimo que cada candidato sinta que foi tratado como um ser humano e simpatize com a sua empresa. Não faça nada que irrite ou cause má impressão ou impressão de desorganização ou bagunça. Seriedade em todo o processo e discrição é o recomendado. Mesmo que o candidato não tenha nenhuma chance trate-o com respeito e atenção.

Cuidado com qualquer tipo de discriminação

Quer seja de sexo, racial, social, aparência, doença, idade, deficiente físico.

Começando pelos anúncios, entrevistas, dispensas, tenha muito cuidado como o que você e seu pessoal anda falando. A empresa não precisa dar desculpas ou definir a razão do porque não contratou o candidato.

Caso tenha que dar alguma explicação por exigência do candidato, escolha uma resposta que não fira estas discriminações, por mais que a função que esteja sendo definida seja específica e excludente, e o candidato esteja enquadrado com características de um pertencente a uma das minorias.

Já ouvi que empresas gravam entrevistas para se proteger de reclamações futuras.

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Nota
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D - como se vestir para uma entrevista ?


1 - mesmo que seja para um cargo mais simples cabe ser discreto. Roupas muito avançadas só servem para chamar a atenção da imprensa em desfile de moda.

2 - tome um bom banho, coloque desodorante, escove as unhas, corte o cabelo e faça um bom penteado, limpe os sapatos, escove os dentes, ... .

3 - vista-se com roupa limpa e bem passada. Não precisa ser nenhuma roupa nova, mas que esteja bem cuidada.

4 - esteja alimentado. Barriga vazia não ajuda a pensar.

5 - para o uso de: barba, cavanhaque, brincos, costuma haver restrição. Cuidado. Para mulheres e também homens a tatuagem nem sempre é bem aceita.

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E - como se preparar para o dia da entrevista


1 - no dia anterior da data de uma entrevista o candidato deverá fazer um trabalho normal e leve, para não se cansar muito. Nada de novos exercícios de ginástica ou similares.

2 - dormir cedo. Descansar.

3 - sair de casa com antecedência, calculando chegar no local marcado com antecedência de 15 minutos. Circular pelas redondezas. Entrar num bar próximo e conferir a aparência. Certificar-se de que suas mãos não estejam pegajosas, sujas ou suadas (lavar e secar).

4 - tentar superar a ansiedade com exercícios de respiração (na rua pode ser mais forte e profundo), levar jornal ou revista para leitura enquanto espera. Uma bala ou doce costuma reduzir a ansiedade.

5 - cinco minutos antes da hora marcada se apresentar e esperar. Não fume. Manter o exercício de respiração (agora natural, mas oxigenando bem o cérebro e músculos).

Nota
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F - serviços que eu poderei prestar ao desempregado


esta parte será remunerada, por hora de atendimento, a valores combinados para cada caso, entre R$145,00 a R$235,00 por hora de consultoria, pagos a vista mediante nota fiscal.

1 - entrevistas de esclarecimento sobre como se recolocar no mercado de trabalho. Que caminhos seguir, como procurar emprego, informações sobre o mercado de trabalho. Sugestões para o enquadramento de curriculum vitae com as ofertas de emprego das empresas.

2 - reciclagem sobre temas da administração que o candidato queira repassar para se preparar para uma determinada vaga de emprego.

3 - cursos rápidos sobre: gerência, finanças, organização, administração de empresas, marketing, vendas, cobrança, fluxo de caixa, qualidade total,

4 - preparação para uma entrevista de emprego ou então ao retorno para uma avaliação do desempenho.

5 - outros tipos de dúvida que o candidato a emprego queira debater. Cada um poderá apresentar a sua consulta.

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G - e se eu estou empregado e quero mudar p/ melhor ?


1 - nunca tire os dois pés do chão. Procure um outro emprego primeiro que realmente lhe agrade e depois peça demissão.

2 - cuidado em responder anúncios fechados em jornal porque pode ser o seu patrão que esteja procurando um candidato.

3 - o tempo médio de permanência de um funcionário em cargo de gerência ou liderança costuma ser de 6 anos, a não ser que o empregador ofereça uma boa mobilidade ou estabilidade que interesse ao funcionário permanecer naquela empresa.

4 - mudar de emprego a cada ano ou dois anos é muito precoce e mal visto pelo futuro empregador.

5 - não é aconselhado mudar de emprego durante uma crise do tipo recessão, ou desestabilização do mercado. Geralmente os que ficam na empresa costumam ter sua remuneração mantida e uma recolocação.

Se a mudança não for bem sucedida, poderá causar uma perda salarial. É comum também acontecer que numa retomada de desenvolvimento de mercado o funcionário que está empregado geralmente é reconhecido e tem seu salário corrigido, enquanto o que foi recentemente admitido ainda terá que provar seus valores.

6 - cuidado ao se supervalorizar, acreditando que é insubstituível, o bom, o explorado, o desprezado. Acreditando que os convites e elogios que você recebeu serão mantidos e que saindo daquela empresa você terá emprego garantido nesta ou naquela organização. Mentira. Seja cauteloso.

7 - se você está trabalhando em uma empresa em um cargo que tenha muitos outros cargos por cima do seu, isto é, muitos outros postos para você conquistar, então mantenha seu emprego, busque se aperfeiçoar faça cursos ou aceite os que a empresa tem a oferecer. Tire boas notas ou conceito, estude o que foi ministrado,

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H - como você deve fazer quando estiver empregado e quiser se agarrar ao seu emprego ?


1 - torne-se indispensável.

Faça muito bem suas tarefas. Aprenda tarefas de seus colegas e faça sua substituição em férias, faltas, quando tiver muito serviço,

2 - nunca falte. Chegue cedo. Saia no horário, após perguntar ao seu líder se ele precisa de você.

3 - fique perto ou aprenda todas as tarefas que tiram a empresa do sufoco, isto é, finanças, vendas, atender a cliente, assistência técnica, produção, ... , nesta ordem. Cuidado com funções do tipo: pessoal, compras, serviços gerais, ... .

4 - trabalhe em funções que estejam perto do dinheiro, clientes, e dos resultados, pois elas poderão lhe levar a presidência.

5 - se informe.

Leia o jornal de cada dia e uma revista mensal. Tome conhecimento das notícias sobre emprego, sua profissão, as novas tecnologias, as ameaças que os novos métodos de trabalho irão afetar a sua profissão. Faça cursos de aperfeiçoamento para se adaptar as mudanças.

6 - mude antes das mudanças

Seja um camaleão. Se adapte aos novos tempos. Seja um agente da mudança.

7 - não resista por trás das cortinas.

Mostre a cara. Mas também não é preciso bater de frente. Se tiver de dizer que alguma nova tecnologia ou método que você ache que não vai funcionar, sugira uma mesa redonda de debates com a finalidade de que todos possam debater melhor a novidade e conhecer mais sobre os benefícios que estão sendo oferecidos.

Nunca seja o do contra ou o da resistência, pois os mariscos e crácas costumam ser raspados do casco do navio.

Não participe de grupos de pressão para convencer a empresa através de um "corpo mole" ou "operação tartaruga" porque esta atitude costuma ser entendida como de provocação. É muito melhor pedir uma reunião para debater o assunto.

8 - ética e profissionalismo

Demonstre sempre ao seu empregador que você está cumprindo as suas tarefas e seu interesse é o progresso e desenvolvimento da empresa. Na realidade foi por isto que você foi empregado. Trabalhar é a sua obrigação e pagar salários é a obrigação do empregador.

Faça certo, faça rápido, faça sem erros, seja ágil, controle seu trabalho por uma planilha de resultados, se auto elogie, se cumprimente pelos bons serviços, seja feliz, seja um exemplo, e mantenha o seu emprego.

9 - forme pessoal que possa lhe suceder.

Ensine a seus colegas e liderados como você faz o seu trabalho. Não tenha medo de que seus subordinados lhe roubem seu cargo. É mais fácil crescer se você criar e tiver substitutos. Seus gerentes vão preferir você como formador de equipes a um gladiador protegendo o seu feudo.

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Artigo em evidência

 

       Globalização

 

A globalização é uma coisa boa para quem?

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Uma empresa globalizada que elege um país para investir quer seja para ampliar sua fábrica, quer seja para se instalar pela primeira vez no país, ou então para montar um centro de distribuição regional, estará sendo uma boa coisa para:

Os trabalhadores que conseguem emprego na nova fábrica.

Para os governos que recolhem mais impostos.

Para as pequenas empresas fornecedoras que receberão encomendas de uma empresa sólida.

Artigo em evidência

 

       Globalização

Então é uma coisa muito boa e não tem contra indicação?

 

Não. Uma multinacional globalizada é uma potência que impõe suas condições de preços, condições de prazos e produção, qualidade total, entregas com padrões rígidos, e muito mais.

Uma empresa globalizada tem seu centro de compras em Londres. Seus escritórios de compras em Nova York, Singapura, etc. Seu centro de produção no rio de janeiro, os programas e centro de computação em Los Angeles, e os produtos finais são vendidos no mundo inteiro com a mesma marca.

Você compra um veículo Ford e pronto. Hoje importa que você tenha um tênis Nike americano, mas você não sabe onde ele foi fabricado.

Globalização é isto e muito mais. Chegou para ficar com este nome, mas a sua estrutura iniciou-se desde a fundação da companhia das índias. Veio depois à companhia das índias ocidentais, etc.

 

 

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Artigo em evidência

 

       Globalização

 

 

A globalização provoca o desemprego?

Sim, se a opção da direção de uma multinacional optar por construí-la em outro país ou resolver mudar o centro de produção de seu estado para outro longe onde você mora.

Ela pode provocar desemprego se o produto que você fabrica não for competitivo. Aí quem pode perder o emprego é você, dono da empresa e seus funcionários.

A competitividade e o livre mercado provoca sempre um grande desemprego. Leia sobre o tema no site específico em minha home page.

 Então foi a globalização que o Brasil adotou que provocou o desemprego que estamos enfrentando hoje?

 

Não, o termo é que chegou junto, mas a globalização já existia com outro nome, o que provocou o desemprego no Brasil foi primeiro a abertura das importações, junto com um conjunto de fatores, a saber: Globalização, tecnologia, produtividade, desregulamentação, e privatizações, maior competição entre empresas.

1 - o Brasil a partir de 1991 começou a abrir a sua economia. Nossas empresas viveram protegidas durante muitos anos pela chamada proteção a indústria nacional para que ela pudesse se fortificar e desenvolver.

2 - durante décadas 1960 a 90 vivemos sob o regime da reserva de mercado, quando empresas nacionais e multinacionais instaladas aqui ficavam "protegidas", dos produtos importados que sofriam restrições de importação e até mesmo a proibição, e quando era importado o produto recebia uma taxação muito forte.

3 - os preços, neste período, eram aprovados pelo governo através de um departamento chamado "CIP". Funcionava assim. A empresa multinacional ou nacional fazia um pedido de aumento de preços ao governo. Remetia uma série de provas de que os seus custos tinham subido e que não dava mais para sustentar aquele preço. O CIP emitia um telex à empresa autorizando o aumento. Aí as novas tabelas entravam em vigor. Ninguém trabalhava com custos e competição.

4 - os empregos se mantinham porque não havia competição, perdas com entrada de concorrentes no mercado, redução de margens de ganho, etc. Mas era uma economia irreal.

5 - outra situação impar em todo o mundo era que as multinacionais instaladas aqui gozavam de uma proteção devido à loucura da inflação brasileira, onde só trabalhava com lucro quem soubesse administrá-la. Raramente o pessoal da matriz entendia alguma coisa do que os relatórios diziam. As multinacionais sabiam muito bem como lidar com a inflação.

 

Artigo em evidência

 

       Globalização

 

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       Globalização

 

F - Porque só agora se ouve falar em globalização?
Quando chegou a abertura econômica, necessária e ainda mais o zerar (a inflação no Brasil sair de 60% ao mês para 8% a.a. é quase zero)da inflação (alguns economistas consideram 2,3% como zero,isto é, sempre irá ocorrer um valor residual que nunca será zero absoluto), muita coisa aconteceu no Brasil.

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A - a competição se instalou em todos os setores.

B - empresários mais velhos e cansados de tantos planos econômicos desistiram de lutar contra a entrada forte da concorrência nacional e estrangeira em todos os setores.

C - os preços precisaram passar por um cálculo de contabilidade de custos muito mais rigoroso e com menores margens de retorno.

G - Os juros para financiar as empresas brasileiras e o desemprego

1 - os juros altos foi um fator determinante para o fechamento de fábricas, empresas e postos de trabalho no Brasil, que não tem nada que faça ligação com a abertura das importações se governo mantivesse nossas taxas no padrão internacional.

2 - baixar juros não foi possível pelo enorme déficit público devido a um estado gordo, caro, super regulamentado, e tudo que as reformas deveriam fazer para tornar o Brasil um país moderno.

3 - resultado, os produtos que chegam de fora são financiados por uma taxa de até 0,8% ao mês ou 3,5% ao ano, e nós ficamos recebendo financiamento a juros de 5% ao mês. Assim não existe empresa que seja competitiva e que conquiste ou mantenha mercado em lado nenhum do mundo.

4 - produtos chegam ao Brasil com financiamentos de 180 a 250 dias naquelas taxas que citei e a empresa brasileira perde mercado, se descapitaliza e dispensa ou não contrata mão de obra.

 

H - O desemprego e a melhoria da produtividade

Com o lançamento do programa brasileiro da qualidade e produtividade em 1988 o Brasil começou a se preparar para enfrentar os concorrentes estrangeiros e para a abertura das importações.

Tudo que se viu de lá para cá foi um grande avanço na melhoria de nossa produtividade, melhor qualidade, mais eficiência da empresa brasileira, mas com isso temos menos empregos disponíveis e a impressão de desemprego.

O desemprego que ocorreu num setor industrial, por exemplo, criou emprego no setor de serviços. Um estado que possuía muitas vagas perdeu para outro que recebeu investimento de uma nova indústria que lá se instalou. E assim por diante.

 

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Nota:
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Voltarei a este tema. Veja a seguir o tema recursos humanos e anote diversas dicas de como você pode se empregar.
Aloisio

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B - exemplo de casos.

Remeta para este setor os seus casos. Veja nota a seguir de como proceder.

 

Não mande seus casos "cases" em textos em arquivos anexados. Nós não abrimos estes arquivos, pois eles podem conter vírus.

Escreva e remeta sempre seus "cases" no próprio programa de e-mail

 

Artigo em evidência

 

       Globalização

 

Artigo em evidência

 

       Globalização

 

 

       Dicas de como conseguir um Emprego

 

 

 

    I - Diversas perguntas de visitantes e as respostas sobre Globalização, Desemprego e Emprego.  -  
 

SI>Gostaria que dissertassem a respeito do seguinte tema:

SI>A empresa diante da economia globalizada

SI>Creio que o assunto é de grande relevância para o meio empresarial

SI>Simone

Simone.

No meu site globalização e desemprego eu falo bastante e creio que lá você terá um bom material, principalmente quando visitar o tema "minhas respostas".

Mas vamos lá.

A empresa diante da economia globalizada poderá seu uma dádiva ou um tremendo problema.

Quando uma filial da rede Sam's Walton nos EUA chega a uma cidade do interior, e isto ocorre com uma freqüência muito grande, as lojas que sobreviviam com os clientes locais sofrem efeitos do tipo furacão. Não é fácil competir. Preços, variedade, etc.

Aqui no Brasil o mesmo ocorre quando um Shopping Center se instala em um bairro. Lojas de alimentos, roupas, calçados, butiques, etc., sofrem um efeito devastador e para sobreviver precisam baixar preços, e inventar o impossível para segurar o cliente. Aqui no Rio de Janeiro isto ocorreu e ainda irá continuar ocorrendo com o comércio.

Já observei diversos supermercados Carrefour se instalando em diversas cidades do Brasil. É um arraso para o comércio. Isto é a globalização no comércio.

Por outro lado vemos a globalização funcionando no Mercosul e outros blocos econômicos. As empresas globais lançam produtos globais para conquistar mercados e ampliar os seus domínios.

Aloisio Pombo

Pergunta:

RO> Bom, em primeiro lugar eu gostaria de elogiar a home page, que está muito boa.

RO> Minha questão, é que eu preciso com urgência, de um resumo falando sobre

RO> Gostaria que me ajudassem, e certo de sua compreensão, desde já meus si

RO>Grato.

Inicialmente agradeço pelo elogio. Trata-se de uma ferramenta de marketing para promover as minhas marcas - Aloisio Pombo e - MOVA. Vivo da venda de meus serviços de consultor em administração e a web é uma ótima forma de prestar um serviço a quem deseja conhecer mais sobre a administração.

Tenho em minha homepage, no site globalização várias perguntas e respostas onde você encontrará resumos sobre o tema, mas se você ainda tiver dúvida faça alguma pergunta específica.

Resumo do resumo. Globalização sempre existiu só que hoje os fatos ocorrem com mais velocidade, quer seja pelas telecomunicações nos mostrando as mudanças em tempo real, como também as facilidades de deslocamentos dos meios de comunicação, encurtando o tempo que uma caravela nos leva a Europa X um avião a Jato. Nas finanças o dinheiro dá a volta ao mundo em minutos.

Aloisio Pombo

Pergunta:

Gostaria de fazer algumas perguntas e ter resposta o mais rápido possível por gentileza.

1) A economia brasileira livrou-se da armadilha da política cambial errada e agora poderá reduzir juros e crescer ? Justifique a resposta.

2) a falta de controle sobre remessa de lucro excedeu pressões sobre as contas externas?

Caro visitante.

1 - A armadilha cambial foi desfeita, poderá reduzir os juros sim e para crescer terá que investir no controle de seu orçamento e manter uma boa política partidária de proteção dos projetos que estejam no congresso para evitar a pressão sobre a moeda.

Justifico que poderá, caso não venhamos a sofrer um novo ataque a moeda. O Brasil precisa de calma e tranqüilidade durante pelo menos 2 anos para se solidificar algum crescimento.

2 - Esta estória de proibir remessas de lucros nos anos 60 nos trouxe um aluguel de dinheiro que estourou nos anos 80 e o capital internacional deixou de se interessar em colocar investimentos no Brasil por muitos anos.

A empresa vive de lucro. Pergunto a você: Caso você seja acionista de alguma empresa, em qualquer parte do mundo, ou melhor no Brasil, você gostaria de passar um longo tempo sem receber dividendos dos lucros ? Se a empresa não der lucro você continua a manter seu dinheiro lá ?

Sem dinheiro do acionista a empresa tem que buscar dinheiro no mercado financeiro, certo ? E por aí vai. Não investir no Brasil porque ele não permite que a empresa faça remessa de lucros. A empresa recebe financiamento externo que rola por 60 a 90 dias no exterior. Vence paga juros e renova. Vence paga juros e renova.

É simples, assim foi durante parte dos anos 80 e 90 até que se começou a facilitar a remessa dos lucros.

Aloisio Pombo de Miranda Santos

Aloisio Pombo

Pergunta:

É quando as empresas tornam seus produtos globais e exercem sua força econômica perante outros países em outros continentes. É também o processo financeiro internacional em que os bancos estão envolvidos.

JO>- Em que processo a Globalização modifica o comportamento das empresas e pessoas?

Sempre modificou e continuará modificando pela vida toda através dos séculos. Céu, só nos livros de história. Mar tranqüilo, só um lago protegido. Tudo que tem possibilidade de ser comercializado, em qualquer parte do mundo, lhe é ofertado através dos meios de comunicações. Depois dos anos 80 o computador PC e os meios de comunicações com tecnologia digital revolucionaram a globalização e modificaram o comportamento de empresas e pessoas.

JO>- Como a Globalização afeta as relações de Trabalho

Da mesma forma que afeta as pessoas.

JO>- O que são empresa Transnacionais

São aquelas que lançam produtos globais e que se instalam em diversos países para produzir e distribuir nos vários continentes eleitos para que os mercados sejam conquistados.

JO>-O que se quer dizer com empregabilidade e quais as expectativas quanto ao e

Empregabilidade é o método de uma pessoa manter o seu emprego ou a sua capacidade de se empregar ou se manter empregado.

Aquele que quer ter empregabilidade deve saber outras técnicas além das suas habituais. Conhecer e lidar com os principais programas de computador. Falar mais de 2 línguas além do português. Ter quociente emocional desenvolvido. Disponível para viagens e mudanças de cidade. Fazer muitas funções dentro da empresa. Etc.

Aloisio Pombo

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Pergunta:

RE>Lendo sua pagina na internet e possuindo interesse no assunto: Globalização,

RE>suscitaram algumas dúvidas, espero contar com sua preciosa ajuda para

RE>responde-las.

RE>1 - Como estão fluindo os capitais a nível global?

RE>2 - Quais os reflexos que causam nas economias das nações?

RE>3 - A que nível esta ocorrendo a interdependência das nações?

RE>Ficaria muito agradecido se obtivesse retorno a respeito das minhas

RE>indagações.

RE>Atenciosamente,

RE>Renê.

Renê.

Vamos as respostas, mas volte a minha home page no site globalização e lá você terá muitas outras informações sobre o tema.

1 - Como estão fluindo os capitais a nível global?

Em segundos. Após os anos 70 com o advento do computador pessoal e a explosão das telecomunicações a cabo de fibra óptica e satélite, o dinheiro está dando voltas muito rápidas pelo mundo. Incrível como isto funciona quando algum país sofre um ataque a sua moeda.

"O capital é o bicho mais medroso do mundo". "O capital é como o vento só entra se houver uma porta de fuga". Estas frases de autor desconhecido dizem muito sobre o ânimo da velhinha de Taubaté que tem seu dinheiro em ações em época de crise.

2 - Quais os reflexos que causam nas economias das nações?

Terríveis. Estes capitais especulativos são muito perigosos para qualquer país. Um fluxo e refluxo forte de movimentação de capitais deixa qualquer banco central perdido. Os países precisam fazer um acordo para domar estas movimentações de capital para que a situação seja controlada. Eu sou favorável a criação de um fundo de sustentação e apoio a países que sofrem ataques. Cada vez que um especulador movimenta na entrada e na saída de qualquer país os seus recursos, ele deverá deixar um percentual que irá para este fundo internacional de compensações de grandes perdas.

3 - A que nível esta ocorrendo a interdependência das nações?

As nações se submetem ao capital especulativo da mesma forma que um paciente numa CTI se submete a uma transfusão de sangue. É compulsório. Ou recebe sangue novo ou morre.

Aloisio Pombo

Pergunta:

MU>Qual a influência da Globalização na Engenharia ?

Caro visitante.

Para lhe responder sobre os efeitos da globalização na engenharia eu primeiramente recomendo que você leia todo o meu site sobre o tema http://www.aloisiopombo.com.br no subsite globalização e desemprego. Lá você terá além de definições e conceitos do tema, terá também muitas perguntas e respostas que poderão esclarecer muitas de suas dúvidas.

Vou aqui quase que repetir o que já respondi e você certamente irá ler. A globalização veio de muito e muitos anos. Ela sempre prejudica mas sempre traz o desenvolvimento para um país.

A globalização recebeu uma turbinada depois da década de 70/80 quando o PC passou a fazer parte da casa e dos escritórios das pessoas e também data deste período o avanço nas telecomunicações por satélite, digital, e a cabo.

Depois daí uma descoberta, notícia boa ou ruim, uma nova tecnologia, o lançamento de um produto, dinheiro, dá a volta ao mundo em segundos. Isto é forte demais para apenas duas décadas que vivemos após estas duas novidades.

A sua profissão de engenheiro irá sentir o mesmo que as demais sentiram. Não sei a sua idade mas eu com meus 59 anos vivi dois momentos antes de me formar engenheiros dominavam as empresas e após o lançamento dos cursos de Administração no Brasil a sua profissão começou a perder espaço e o engenheiro teve que ir para o chão de fábrica e vai ser difícil sair de lá para o escritório onde também habitavam. Hoje este espaço é nosso. Isto não foi por causa da globalização.

Mas, nem tudo está perdido. Faça um pós graduação em Administração e você estará muito bem posicionado para o futuro.

Aloisio Pombo

Pergunta:

LE>Sou aluno do 4º período de engenharia da Universidade do Estado do Rio de

LE>Janeiro (UERJ).

LE> Em face as recentes transformações do processo de globalização, quais as

LE>possíveis conseqüências para o profissional de engenharia do Brasil.

LE> Desde já agradeço

LE> Leandro R. Soares

Caro visitante.

Os países que eram ricos antes da globalização continuam mais ricos, e os paises que eram pobres continuam ficando mais pobres.

A lei da selva é isto aí.

Catinha
quais são as causas, conseqüências e as alterações econômicas da
globalização e da economia mundial
As causas da atual TURBINADA da globalização são oriundas dos anos 70 com os
novos PC, telecomunicações via cabo e satélite, e a TV/internet.
Globalização sempre existiu, mas hoje temos que entender o mundo como uma
aldeia, ou melhor um grande quintal.
As conseqüências são essas todas mudanças econômico-financeiras e de
comunicação que ocorrem em todo  o mundo. Veja os produtos globais, empresas
globais, capitais dando a volta ao mundo em segundos e também globais.
Boa sorte
Aloisio Pombo
 

Carlos.

Seu questionamento sobre a globalização e o desemprego é muito natural.

O que está acontecendo com o mercado de trabalho ????
Está esfacelado. Empresas estão fugindo da contratação por causa dos custos sociais. Também a bruta recessão dos últimos 6 anos é barra pesada. Estamos em plena transformação no Brasil, mas se o ocorrer algum desenvolvimento as coisas podem mudar. Não será possível elas não contar com equipes próprias para obter o sucesso que pretenderão. É minha opinião.
Claro que há mais profissionais do que vagas, mas está tão generalizado assim, ou será que ando meio sem sorte ????
Talvez seja o método de busca da colocação que esteja lhe atrapalhando. Uma grande percentagem, sei lá, 60% dos que conseguem empregos, não tenho o número certo, ocorrem por indicação, outros 20% por agências especializadas, e um pequeno número por anúncios. Abra o leque. Fale com quem conheça o seu trabalho. Mostre a cara. Mire uma empresa boa e fale com seu gerente de vendas como solucionar algum problema em alguma área de seu domínio. Insista.
Gostaria de "aproveitar" dos queridos consultores que fazem parte deste tão saudável grupo e pedir que me "iluminem" um pouco, pois parece que ando navegando num oceano desconhecido; e o pior; à noite...
Seja bem vindo. Vamos buscar em você a luz de nossa inspiração. Muito obrigado por ter escrito tão francamente.
Espero não ter abusado dos participantes, e se não desejaram polemizar meu
assunto no grupo, podem me responder em PVT

Que quer dizer PVT?

Boa sorte.

Rio, 30/8/2001

Aloisio Pombo

Valquiria
Sobre a globalização e a revolução industrial.
Desde os Fenícios, Egípcios, Romanos, Unos estamos enfrentando os efeitos da globalização. Com os navios negreiros assaltando a África não foi diferente. A revolução industrial provocou outro grande reboliço na globalização.

Mas a turbinada ocorreu após a década de 70 com o advento dos PC, telecomunicações, cabo de fibra óptica, e outros. Multinacional sempre existiu e elas sempre trabalharam com um pensamento global, mas hoje temos uma aldeia global.

Vá a minha página www.aloisiopombo.com.br e saiba mais sobre o tema.

Prof. Aloisio Pombo

O site antigo era o  hps.infolink.com.br/pombo

Jaciara.

As crises e a globalização.
O administrador de crises é o mesmo dos tempos de euforia, só que quando as dificuldades ocorrem o bom administrador se destaca pela sua habilidade, persistência, sabedoria de como aplicar as técnicas no momento certo.

As mudanças que ocorrem hoje é de ordem geral. Produtos estão com seu ciclo de vida muito mais curtos e passaram de locais para globais. Os preços são determinados pelo cliente, então os custos são feitos do mercado para a empresa. Os clientes estão cada vez mais exigentes e com todos os preços na cabeça graças ao FAX / celular / Internet / e-mail / ... /.

Na área de pessoal, o que vemos é as empresas se preocuparem com o capital humano. A retenção de cérebros ao invés de demissões em massa. Não existe máquinas que registram o que nosso cérebro faz. A visão e os sentidos humanos são insubstituíveis.

Boa sorte.

Prof. Aloisio Pombo

Qual o papel da INTERNET   na globalização

Foi mais um empurrão após o grande momento da globalização que ocorreu nos anos 70/80, quando as telecomunicações por satélite, os PC, as fibras ópticas permitiram uma informação em tempo real dar a volta ao mundo. Os investidores internacionais fizeram da comunicação uma festa com o dinheiro de terceiros nos investimentos globalizados e os países se unindo em blocos econômicos levou as empresas a criar produtos globais, e elas mesmos hoje são globais.

A Internet veio a coroar essa fase da globalização de forma forte, e hoje com uma antena parabólica do tamanho de uma carteira de notas e um celular, não existem barreiras. Veja a China.

Divulgue meu site na sua empresa e universidade. Aceito convites para palestras. www.aloisiopombo.com.br

Aloisio Pombo

Em hps.infolink.com.br/pombo você encontra mais algumas páginas antigas do meu site atualizado www.aloisiopombo.com.br

Gostaria das respostas para as seguintes perguntas:
1 - O que a globalização representa para a empresa em termos de ameaças e oportunidades.Ameaças - Caso sua empresa esteja no setor de uma multinacional que venha produzir no Brasil um produto global e que seja uma ameaça. Faça concorrência muito forte para a empresa que você trabalhe e com isso você perca emprego.
A empresa globalizada não se interesse pelo Brasil e se mude para o Chile e  você perca as oportunidades. Oportunidade - Essa multinacional lhe nomeie representante local e lhe contrate como funcionário. Compre de você como fornecedor pequeno ou grande.

2 - Quais são os efeitos da globalização da economia para as organização brasileira. São totais já que a economia brasileira está se abrindo e por isso nada segura a globalização aqui e no mundo todo. Cuba é uma exceção, já que a China já está abrindo a economia e aceitando os produtos globalizados.

3 - Com o processo de globalização da economia, que
mudanças ocorrem nos investimentos e criação de novos
negócios.
Por exemplo o Brasil irá investir cerca de US$25 bilhões nos próximos quatro
anos no setor de  energia. Vários negócios serão criados na geração,
transmissão e peças para atender a demanda. Veja a Ford que ia se instalar
no RS e o governo não aceitou a globalização. Com a ida dela na Bahia muitos
perderam e muitos ganharam, mas ainda bem que foram brasileiros pois ela
poderia ter ido para o Chile como estava também nos seus planos.
4 - Quais são os motivos que levam grande parte de novos
empreendimentos de pequeno e médio porte a terem uma
sobrevida muito curta.
O dono não estar presente. Falta de conhecimento de como se tornar
empresário. Falta de conhecimento do ramo. Não saber administrar e não
querer aprender. Não saber encontrar pessoas certas para fazer o que ele não
sabe. Não ouvir quem lhe dá conselhos. ...
Boa sorte
Aloisio Pombo

Muito obrigada
Joceli

gostaria que me respondesse seguinte questão:A globalização atual não é irreversível? sim ou não e porque? Luís

O administrador é um estudante da disciplina das ciências sociais, onde tudo muda a todo instante. Ele enfrenta a globalização como lida com sua empresa que muda e sofre os efeitos da mudança e por isso deve sentir muito menos os efeitos da globalização atual do que os demais profissionais.

Nós sabemos que a globalização sempre é irreversível e nada volta ao lugar antigo. Isso aconteceu com a queda de Constantinopla que acabou com o império dos Romanos que sucederam ao Império dos Egípcios. Com a revolução industrial que trouxe a esperança dos camponeses pelos empregos nas cidades.

Estamos no ano 32 D.PC. , isto é, nos anos 70 o mundo assistiu o início de um novo período de globalização onde os PC, os satélites e seu efeito nas telecomunicações, a fibra óptica com seus cabos maravilhosos, criaram o mundo em tempo real. Tudo hoje é, ou pode ser, instantâneo.

Foi mais um empurrão após o grande momento da globalização que ocorreu nos anos 70/80, quando as telecomunicações por satélite, os PC, as fibras ópticas permitiram uma informação em tempo real dar a volta ao mundo. Os investidores internacionais fizeram da comunicação uma festa com o dinheiro de terceiros nos investimentos globalizados e os países se unindo em blocos econômicos levou as empresas a criar produtos globais, e elas mesmos hoje são globais.

A Internet veio a coroar essa fase da globalização de forma forte, e hoje com uma antena parabólica do tamanho de uma carteira de notas e um celular, não existem barreiras. Veja a China.

Divulgue meu site na sua empresa e universidade. Aceito convites para palestras.             

Aloisio Pombo

 

Roberto, vou responder nas suas perguntas.

1 - O que a globalização representa para a empresa em
termos de ameaças e oportunidades.
Ameaças - Caso sua empresa esteja no setor de uma multinacional que venha
produzir no Brasil um produto global e que seja uma ameaça. Faça
concorrência muito forte para a empresa que você trabalhe e com isso você
perca emprego.
A empresa globalizada não se interesse pelo Brasil e se mude para o Chile e
você perca as oportunidades.
Oportunidade - Essa multinacional lhe nomeie representante local. Lhe
contrate como funcionário. Compre de você como fornecedor pequeno ou grande.

2 - Quais são os efeitos da globalização da economia
para as organização brasileira.
São totais já que a economia brasileira está se abrindo e por isso nada
segura a globalização aqui e no mundo todo. Cuba é uma exceção, já que a
China já está abrindo a economia e aceitando os produtos globalizados.

3 - Com o processo de globalização da economia, que
mudanças ocorrem nos investimentos e criação de novos
negócios.
Por exemplo o Brasil irá investir cerca de US$25 bilhões nos próximos quatro
anos no setor de  energia. Vários negócios serão criados na geração,
transmissão e peças para atender a demanda. Veja a Ford que ia se instalar
no RS e o governo não aceitou a globalização. Com a ida dela na Bahia muitos
perderam e muitos ganharam, mas ainda bem que foram brasileiros pois ela
poderia ter ido para o Chile como estava também nos seus planos.
4 - Quais são os motivos que levam grande parte de novos
empreendimentos de pequeno e médio porte a terem uma
sobrevida muito curta.
O dono não estar presente. Falta de conhecimento de como se tornar
empresário. Falta de conhecimento do ramo. Não saber administrar e não
querer aprender. Não saber encontrar pessoas certas para fazer o que ele não
sabe. Não ouvir quem lhe dá conselhos. ...
 

Vamos as respostas nas suas perguntas.

Aloisio Pombo

Vamos as respostas nas suas perguntas.

Aloisio Pombo

----- Original Message -----

From: Eliciano

To:

Sent: Friday, January 25, 2002 11:53 PM

Subject: Pergunta

Olá,  gostaria se possível, que o senhor me esclarecesse uma dúvida, desde já agradeço a atenção. Quando algo de novo surge em ciência, métodos, tecnologia,  etc, é sempre motivo de muita especulação, principalmente quanto à sua eficácia e tempo de duração, foi assim com o telefone, avião, automóvel, computador pessoal e também com o Marketing entre diversos outros. Hoje, a história se repete, só que com muito mais impacto, pois já faz alguns anos que a forma como o marketing vem sendo trabalho não tem sido questionado. Surgem perguntas como: marketing é para satisfazer as necessidades do consumidor ou às minhas como produtor ou prestador de serviços?

Tudo em MKT continua sendo feito para satisfazer as necessidades do consumidor. Lógico, isso é feito para que a nossa empresa se torne competitiva e tranqüilize a nossa posição perante o mercado já que estaremos fazendo o que o consumidor deseja.

 Claro que o que mais se estuda nas faculdades é que marketing parte da premissa de identificar o público-alvo e descobrir suas necessidades e desejos e daí satisfazê-las. Porém existem outros profissionais que trabalham na linha de que "o cliente não sabe o que quer",

Realmente o cliente não sabe o que quer. Se nós somos os produtores e que procuramos identificar o nosso público-alvo e o que ele quer, muitas vezes oferecemos os redutos muito próximo daquilo que pensamos o que ele quer, e por isso tentamos agradar o cliente mesmo sabendo que ele não sabe o que quer, e o que estamos oferecendo é o que fazemos de melhor para agradá-lo, e o nosso produto poderá ser muito acima daquilo que ele almeja.

 é tarefa do marketing criar necessidades novas e daí satisfazê-la e mais, eles acreditam e defendem que não existe uma forma de se descobrir através de pesquisa uma demando por produto novo, revolucionário e vão mais longe, segundo a turma aí, não existe nenhum produto revolucionário que tenha sido fruto de pesquisa de mercado, se você pergunta o que o cliente quer ele vai dizer que um produto de qualidade por um preço baixo.

Existe sim. Hoje um produto lançado é um produto pesquisado para se aproximar daqueles segmentos de mercado onde estão o nosso público-alvo. Não se fazem mais Coca Colas, que é um produto imposto. Hoje eles são feitos para segmentos de pessoas que poderão consumir o determinado produto.

Para eles, é o produto que cria a necessidade ou desejo e não o contrário, como exemplo podemos citar a geladeira, antes se conservavam os alimentos com sal, até aí todos estavam satisfeitos ou não tinham idéia do que poderia ser feito para facilitar suas vidas até o surgimento da geladeira quando as pessoas começaram a entender o quanto esta criação poderia dar comodidade às suas vidas; e então, dificilmente se encontra hoje uma casa sem este eletrodoméstico. Poderia citar aqui diversos outros exemplos como o automóvel, o telefone e sendo mais atual o Windows.

É a nossa função no MKT fazer essa constante pesquisa e surpreender os possíveis clientes. Descobrem-se produtos que não tem nenhuma utilidade aparente como foi o caso do fax por parte dos americanos. Muito depois da tecnologia descoberta é que foram lançá-lo como produto pelos japoneses. Cabe ao MKT estar criando utilidade para aquilo que se descobre  lança.

Então enfim, chego à minha dúvida, que já está exposta no desenvolvimento acima: o que você(s) acha(m), o marketing é descobrir o que o cliente quer e satisfazer ou criar desejos a partir das minhas necessidades como produtor\prestador de serviço?

Finalmente. O MKT além de buscar descobrir as suas necessidades ele também tem como função a criação de necessidades através do MKT de comunicações. A ampliação do mercado é uma função que traz mais consumidores.

Boas perguntas, e boa sorte.

Aloisio Pombo

Boa tarde!!

Gostaria de saber do Professor, quais os efeitos positivos e negativos da
Globalização Econômica para a Economia Brasileira??

Obrigado!
Rafael.
A globalização é um processo internacional sem volta. Seus efeitos sobre a
economia nacional e internacional são instantâneos, isto é, em tempo real.
Com as telecomunicações, satélites, PC, fibra óptica, tudo mudou após 1970.
O dinheiro dá a volta ao mundo em segundos e o ataque a moedas nos países
também. O capital financeiro é como o vento, um furacão, é devastador ou
ameniza países.
O Brasil está passando um grande período de calmaria, felizmente. Os
capitais internacionais estão chegando em forma de investimento a longo
prazo o que é excelente, já que o investimento em busca de juros é péssimo.
Uma empresa que se instala no Brasil traz capital novo, tecnologia, e
mercados externos para as nossas exportações. Veja a Ford que ia para o RS e
hoje está na Bahia. E se ela tivesse desistido e fosse para o Chile? Quanto
perderíamos?
Tem muito mais.
Aloisio Pombo

 

Vamos as respostas nas suas perguntas.

----- Original Message -----

From: Raimundo José

To:

Sent: Tuesday, March 26, 2002 2:46 PM

Subject: Globalização


 

Caro Sr.

 

Estou com um trabalho sobre este tema acima, para ser concluído e entregue hoje a noite . Se possível gostaria que me ajudasse com duas questões:

 

1. Do seu ponto de vista, o que você entende por globalização?

 Globalização é o conjunto de produto global, MARCA global e empresa global. De país global -economia- fechado (Cuba) e país aberto (Alemanha). Sem uma empresa global é aquela que compra em Londres, Singapura, NY. Produz no Brasil / Espanha / Malásia / México, com desenhos e design produzidos em diversos países (Índia / Brasil / EUA), e vende para o mundo todo.

2. Como a globalização pode se manifestar no lugar em que vivemos?

 Aí no interior do Maranhão vocês estão sofrendo o efeito da globalização pela proibição do trabalho do menor divulgado insistentemente por todo o mundo. Vocês estão comprando um tênis Nike por causa dela. A internet está lhe afetando por seu um dos meios mais importantes da globalização.

de já sou muito grato.

 

Caxias-MA, 26 de março de 2002

14 horas e 43 minutos.

 

Em primeiro lugar gostaria de parabenizá-lo pelo trabalho feito neste site,

Muito obrigado!
que é de grande valia para nós estudantes universitários ou não,aproveitando
o ensejo gostaria de fazer duas perguntas sobre a globalização pois já
pesquisei bastante e não consegui achar a resposta ou talvez não tenha
conseguido interpretar bem as questões.


Ana Maria Correia
Vou responder nas suas perguntas.
1º - como e quando surgiu a idéia de globalização? quais os motivos que
fundamentam esta estratégia?
Ela data da origem do homem. Os Fenícios há 5000 anos já foram seus agentes.
Egípcios, Romanos, Unos, Portugueses, Ingleses, etc. Não é uma estratégia é
um fato, isto é, acontece a todos os momentos sem que ninguém possa fazer
nada para impedir o seu desenvolvimento. Não adianta ser contra ou a favor.
Temos que enfrentá-la juridicamente, com barreiras alfandegárias, e de normas
do estado que proteja as pessoas..
Veja esse texto que eu preparei para uma resposta a um visitante.
A globalização é um processo internacional sem volta. Seus efeitos sobre a
economia nacional e internacional são instantâneos, isto é, em tempo real.
Com as telecomunicações, satélites, PC, fibra óptica, tudo mudou após 1970.
O dinheiro dá a volta ao mundo em segundos e o ataque a moedas nos países
também. O capital financeiro é como o vento, um furacão, é devastador ou
ameniza países.
O Brasil está passando um grande período de calmaria, felizmente. Os
capitais internacionais estão chegando em forma de investimento a longo
prazo o que é excelente, já que o investimento em busca de juros é péssimo.
Uma empresa que se instala no Brasil traz capital novo, tecnologia, e
mercados externos para as nossas exportações. Veja a Ford que ia para o RS e
hoje está na Bahia. E se ela tivesse desistido e fosse para o Chile? Quanto
perderíamos?
O Brasil de tanto prejudicar os trabalhadores dos sindicatos de
trabalhadores automobilísticos da Itália e Alemanha os obrigou a mandar
dinheiro para treinar sindicalistas brasileiros em conseguir melhores
salários por aqui, e que nossos carros chegassem mais caros por lá. E os da
GM nos EUA que não conseguiram nada com suas brigas contra a instalação de
fábricas aqui.
Tem muito mais.
Aloisio Pombo

Leia a minha homepage http://www.aloisiopombo.com.br no site globalização e desemprego e você terá muitas informações do que é a globalização e como ela vem se desenvolvendo.

Aloisio Pombo

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Lançamento em 5/5/98
clique em um dos temas de seu interesse.
A - como se comportar numa entrevista de emprego ?
B - planejar - como a empresa deve se preparar p/ entrevistar um candidato

c - como entrevistar um candidato a emprego ?
D - como deve se vestir para uma entrevista ?
E - como se preparar para o dia da entrevista
f - serviços que eu poderei prestar ao desempregado
g - e aquele que está empregado, o que deve fazer ?
H - como se agarrar no seu emprego ?
I - como montar uma rede de relacionamentos - networking

 

 

Introdução:

Este site lhe oferece um conjunto de opiniões de responsabilidade pessoal da diretoria do instituto de administração mova ltda, sobre este importante tema, muito útil para as empresas brasileiras.

Recursos humanos.

 

Nota
saiba mais sobre diversos temas da administração explorando a página principal. Lá você encontrará informações sobre: qualidade total, reengenharia, marketing, dicas sobre gestão de negócios, database marketing, entrevistas sobre: sobrevivência da pequena e média empresa, como recuperar créditos e manter o cliente, técnicas de venda e negociação, e muito mais, saiba também como contratar uma consultoria em administração visitando a página principal e clique - volte à página principal

·         Banco de currículo 

Em maio/ 99 o CRA-RJ me informou que lá existe um banco de dados com registro de currículo Procure no site http://www.cra-rj.org.br e registre-se.

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A - como se comportar numa entrevista de emprego ?

 

1 - reduza a ansiedade com exercício de respiração, paciência, calma, respeito ao local onde você está, mas nunca fique com medo ou pense que precise sentir medo.

2 - ao ser chamado demonstre simpatia, desde um discreto sorriso, um correto comprimento de mão, e ao sentar-se divida o peso entre o assento e as pernas. Não é recomendável se recostar ou sentar com as costas (você não está em sua casa), mesmo que o sofá seja muito mole e baixo.

3 - continue respirando discretamente, se concentre na entrevista e comece a prestar muita atenção nas perguntas que lhe são feitas para respondê-las completamente.

4 - nunca minta. Não tente falar mais do que você sabe sobre o tema. Muitas vezes o entrevistador te dá corda. Você sai pensando que enganou a todos, mas na realidade o idiota é você.

 

B - planejar - como a empresa deve se preparar para entrevistar um candidato ?

Primeiramente deveremos planejar o nosso trabalho ao responder as seguintes perguntas e seguindo os seguintes passos:

1 - definir o perfil do candidato que queremos e necessitamos para cobrir a vaga existente.

Dentre outras habilidades e conhecimento temos: experiência desejada, escolaridade, capacidade de comunicação, aparência, idade, ... .

Se temos este candidato dentro de nossa empresa ou se temos que encontrá-lo fora.

Porque não conseguimos formar um substituto dentro da empresa.

2 - definir a faixa do salário que o candidato irá ganhar e que bloco de cargo ele irá ocupar.

Se início de carreira. Operacional de apoio. Gerência. Diretoria. Presidência.

Lembro aqui neste espaço que ao contratar um boy poderemos estar falando o possível futuro presidente da empresa.

3 - definir onde e como iremos fazer o recrutamento.

Se jornal em anúncio aberto, meio fechado, ou fechado. Se agência com a primeira entrevista fechada ou aberta. Se agência caça talentos.

4 - decidir o tipo de seleção.

Quantas pessoas de nossa empresa irão participar da seleção, quantas entrevistas serão necessárias, se haverá uma ou mais rodadas do funil, quantos candidatos pré-selecionados serão levados à gerência geral ou diretoria para a escolha, onde serão realizadas as entrevistas. Tempo de duração do processo seletivo. Grau de urgência na contratação.

5 - decidir se iremos fazer algum tipo de teste .

Psicotécnico, cálculos, datilografia, etc.

 

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C - como entrevistar um candidato a emprego ?


Ofereço nesta homepage algumas técnicas principais que o entrevistador deverá usar para selecionar e escolher candidatos a emprego em organizações de qualquer natureza, principalmente empresa, desde o micro até o grande porte.

·          

o    Primeiramente deveremos estar sempre com informações escritas pelo candidato em nossas mãos, quer seja um curriculum vitae, ou uma proposta de pedido de emprego que se compra em papelarias. Lá iremos riscar e rabiscar, corrigir dados e acrescentar informações que depois nos serão úteis.

·          

o    São seis os eixos principais que o entrevistador deverá se manter para obter as informações que deseja saber para tomar a decisão de contratar o candidato, a saber: o que o candidato quer, dados pessoais e familiares, empregos anteriores, escolaridade, social, e comportamento/temperamento/educação.

1 - definir o que o candidato está querendo.

Se o candidato quer realmente assumir a vaga e também se ele quer por um longo período de tempo ou quer o emprego só para se empregar até conseguir outro que lhe agrade.

2 - dados pessoais familiares

Onde mora, com quem reside, se paga aluguel, o que os pais fazem, quantos irmãos tem, onde trabalham e sua formação. Se casado, o que a esposa faz. Quantos filhos. Se sadios. Se estudam. Se vive maritalmente. Se tem filhos mesmo não sendo casado. Quantas conduções pega para chegar a sua empresa.

A relação familiar como é com: pais, sogros, esposa, irmãos.

3 - empregos anteriores

Começar pelo último. Perguntar pelos intervalos de tempo da carteira sem registro. O que fez e como pode comprovar. Prestar atenção para pouco tempo em cada registro. Perguntas:

O que você fazia na empresa tal ?

Mande que fale um pouco sobre (uma das tarefas ou funções que o candidato irá desempenhar em sua empresa)

Pergunte. O que mais lhe agradou nessa empresa ?

Pergunte. O que mais lhe decepcionou ?

Porque você saiu desta empresa ?

E brigou ? Porque ? Você acha que tinha razão ?

Faça as mesmas perguntas sobre o penúltimo e antepenúltimo, e algumas empresas onde tenha desempenhado a função que você esteja contratando.

Anote nomes de gerentes ou lideres a quem o candidato prestava contas.

4 - escolaridade

Até que grau. Cursos de complementação e extensão. Profissão que pretende seguir.

Locais onde o candidato estudou.

5 - social

O que ele faz nos dias de folga e domingos. Que clube freqüenta. Os esportes preferidos. Hobby. Quantos amigos possui.

6 - comportamento e temperamento. Educação

A cultura de nossa empresa deverá ser à base do estudo do comportamento do candidato no momento da entrevista. Tem um exemplo muito claro ao contratarmos um candidato para a vaga de vendedor de loja de surfwear. Esta vaga requer um candidato jovem, extrovertido, conhecedor dos esportes que os seus atuais clientes costumam praticar e a moda que esta classe deseja vestir. A vaga de um gerente de vendas requer um candidato que tenha comportamento de liderança, saiba lidar com subordinados, tenha estilo de um formador de equipe de trabalho, etc.

Cada um destes candidatos terá que estar identificado com o temperamento e comportamento que os dirigentes desejam para o bom entrosamento do time de trabalho que ele irá pertencer.

7 - durante a entrevista

Durante a entrevista estaremos sempre dirigindo as nossas perguntas para atender ao correto preenchimento da vaga, isto é, descobrir no candidato se ele atende as características do perfil do funcionário que planejamos para aquela função, conforme já estudamos na alínea (b), isto é, planejamento da entrevista.

8 - quanto deve durar cada entrevista

Para se medir o tempo ideal de cada entrevista e a distribuição do tempo entre os itens de 1 a 5, temos algumas dicas:

O tempo de cada entrevista eu meço de acordo com a quantidade de candidatos que temos na fila. Se foi um recrutamento de jornal e a fila está grande, então partimos para uma pré-seleção, marcando com os candidatos com mais chance para outro dia em intervalos a cada hora ou a cada meia hora, dependendo da importância da vaga a ser preenchida.

O item mais importante e que deve levar mais tempo para perguntas e respostas creio que é o da experiência profissional, seguido dos dados pessoais, ficando a escolaridade e o social com pouco tempo.

Mas o cuidado maior é nós sabermos o que o candidato pretende fazer com a oportunidade após a contratação. Se vai ficar ou está fazendo de nós um trampolim. Pois se nós contratamos alguém que não esteja enquadrado naquilo que é seu ideal estaremos correndo o risco de perder todo o nosso trabalho e voltar a novo recrutamento. Deveremos estar atentos em toda a entrevista prestando a atenção nos sinais que o candidato nos dá sobre sua intenção de permanecer em nossa empresa.

Nas respostas do porque o candidato mudou dos empregos anteriores vem muito do que queremos saber. Outra boa fonte está na escolaridade quando perguntamos sobre a profissão desejada e os cursos que estão sendo feitos ultimamente. No social poderemos ter pistas quando perguntamos quais são as aspirações sociais do candidato.

9 - respeito a todos os candidatos

Nunca pense ao contrário. É importantíssimo que cada candidato sinta que foi tratado como um ser humano e simpatize com a sua empresa. Não faça nada que irrite ou cause má impressão ou impressão de desorganização ou bagunça. Seriedade em todo o processo e discrição é o recomendado. Mesmo que o candidato não tenha nenhuma chance trate-o com respeito e atenção.

Cuidado com qualquer tipo de discriminação

Quer seja de sexo, racial, social, aparência, doença, idade, deficiente físico.

Começando pelos anúncios, entrevistas, dispensas, tenha muito cuidado como o que você e seu pessoal anda falando. A empresa não precisa dar desculpas ou definir a razão do porque não contratou o candidato.

Caso tenha que dar alguma explicação por exigência do candidato, escolha uma resposta que não fira estas discriminações, por mais que a função que esteja sendo definida seja específica e excludente, e o candidato esteja enquadrado com características de um pertencente a uma das minorias.

Já ouvi que empresas gravam entrevistas para se proteger de reclamações futuras.

 

 

Nota
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D - como se vestir para uma entrevista ?


1 - mesmo que seja para um cargo mais simples cabe ser discreto. Roupas muito avançadas só servem para chamar a atenção da imprensa em desfile de moda.

2 - tome um bom banho, coloque desodorante, escove as unhas, corte o cabelo e faça um bom penteado, limpe os sapatos, escove os dentes, ... .

3 - vista-se com roupa limpa e bem passada. Não precisa ser nenhuma roupa nova, mas que esteja bem cuidada.

4 - esteja alimentado. Barriga vazia não ajuda a pensar.

5 - para o uso de: barba, cavanhaque, brincos, costuma haver restrição. Cuidado. Para mulheres e também homens a tatuagem nem sempre é bem aceita.

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E - como se preparar para o dia da entrevista


1 - no dia anterior da data de uma entrevista o candidato deverá fazer um trabalho normal e leve, para não se cansar muito. Nada de novos exercícios de ginástica ou similares.

2 - dormir cedo. Descansar.

3 - sair de casa com antecedência, calculando chegar no local marcado com antecedência de 15 minutos. Circular pelas redondezas. Entrar num bar próximo e conferir a aparência. Certificar-se de que suas mãos não estejam pegajosas, sujas ou suadas (lavar e secar).

4 - tentar superar a ansiedade com exercícios de respiração (na rua pode ser mais forte e profundo), levar jornal ou revista para leitura enquanto espera. Uma bala ou doce costuma reduzir a ansiedade.

5 - cinco minutos antes da hora marcada se apresentar e esperar. Não fume. Manter o exercício de respiração (agora natural, mas oxigenando bem o cérebro e músculos).

Nota
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F - serviços que eu poderei prestar ao desempregado


esta parte será remunerada, por hora de atendimento, a valores combinados para cada caso, entre R$45,00 a R$135,00 por hora de consultoria, pagos a vista mediante nota fiscal.

1 - entrevistas de esclarecimento sobre como se recolocar no mercado de trabalho. Que caminhos seguir, como procurar emprego, informações sobre o mercado de trabalho. Sugestões para o enquadramento de curriculum vitae com as ofertas de emprego das empresas.

2 - reciclagem sobre temas da administração que o candidato queira repassar para se preparar para uma determinada vaga de emprego.

3 - cursos rápidos sobre: gerência, finanças, organização, administração de empresas, marketing, vendas, cobrança, fluxo de caixa, qualidade total,

4 - preparação para uma entrevista de emprego ou então ao retorno para uma avaliação do desempenho.

5 - outros tipos de dúvida que o candidato a emprego queira debater. Cada um poderá apresentar a sua consulta.

 

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G - e se eu estou empregado e quero mudar p/ melhor ?


1 - nunca tire os dois pés do chão. Procure um outro emprego primeiro que realmente lhe agrade e depois peça demissão.

2 - cuidado em responder anúncios fechados em jornal porque pode ser o seu patrão que esteja procurando um candidato.

3 - o tempo médio de permanência de um funcionário em cargo de gerência ou liderança costuma ser de 6 anos, a não ser que o empregador ofereça uma boa mobilidade ou estabilidade que interesse ao funcionário permanecer naquela empresa.

4 - mudar de emprego a cada ano ou dois anos é muito precoce e mal visto pelo futuro empregador.

5 - não é aconselhado mudar de emprego durante uma crise do tipo recessão, ou desestabilização do mercado. Geralmente os que ficam na empresa costumam ter sua remuneração mantida e uma recolocação.

Se a mudança não for bem sucedida, poderá causar uma perda salarial. É comum também acontecer que numa retomada de desenvolvimento de mercado o funcionário que está empregado geralmente é reconhecido e tem seu salário corrigido, enquanto o que foi recentemente admitido ainda terá que provar seus valores.

6 - cuidado ao se supervalorizar, acreditando que é insubstituível, o bom, o explorado, o desprezado. Acreditando que os convites e elogios que você recebeu serão mantidos e que saindo daquela empresa você terá emprego garantido nesta ou naquela organização. Mentira. Seja cauteloso.

7 - se você está trabalhando em uma empresa em um cargo que tenha muitos outros cargos por cima do seu, isto é, muitos outros postos para você conquistar, então mantenha seu emprego, busque se aperfeiçoar faça cursos ou aceite os que a empresa tem a oferecer. Tire boas notas ou conceito, estude o que foi ministrado,

### - ###

H - como você deve fazer quando estiver empregado e quiser se agarrar ao seu emprego ?


1 - torne-se indispensável.

Faça muito bem suas tarefas. Aprenda tarefas de seus colegas e faça sua substituição em férias, faltas, quando tiver muito serviço,

2 - nunca falte. Chegue cedo. Saia no horário, após perguntar ao seu líder se ele precisa de você.

3 - fique perto ou aprenda todas as tarefas que tiram a empresa do sufoco, isto é, finanças, vendas, atender a cliente, assistência técnica, produção, ... , nesta ordem. Cuidado com funções do tipo: pessoal, compras, serviços gerais, ... .

4 - trabalhe em funções que estejam perto do dinheiro, clientes, e dos resultados, pois elas poderão lhe levar a presidência.

5 - se informe.

Leia o jornal de cada dia e uma revista mensal. Tome conhecimento das notícias sobre emprego, sua profissão, as novas tecnologias, as ameaças que os novos métodos de trabalho irão afetar a sua profissão. Faça cursos de aperfeiçoamento para se adaptar as mudanças.

6 - mude antes das mudanças

Seja um camaleão. Se adapte aos novos tempos. Seja um agente da mudança.

7 - não resista por trás das cortinas.

Mostre a cara. Mas também não é preciso bater de frente. Se tiver de dizer que alguma nova tecnologia ou método que você ache que não vai funcionar, sugira uma mesa redonda de debates com a finalidade de que todos possam debater melhor a novidade e conhecer mais sobre os benefícios que estão sendo oferecidos.

Nunca seja o do contra ou o da resistência, pois os mariscos e crácas costumam ser raspados do casco do navio.

Não participe de grupos de pressão para convencer a empresa através de um "corpo mole" ou "operação tartaruga" porque esta atitude costuma ser entendida como de provocação. É muito melhor pedir uma reunião para debater o assunto.

8 - ética e profissionalismo

Demonstre sempre ao seu empregador que você está cumprindo as suas tarefas e seu interesse é o progresso e desenvolvimento da empresa. Na realidade foi por isto que você foi empregado. Trabalhar é a sua obrigação e pagar salários é a obrigação do empregador.

Faça certo, faça rápido, faça sem erros, seja ágil, controle seu trabalho por uma planilha de resultados, se auto elogie, se cumprimente pelos bons serviços, seja feliz, seja um exemplo, e mantenha o seu emprego.

9 - forme pessoal que possa lhe suceder.

Ensine a seus colegas e liderados como você faz o seu trabalho. Não tenha medo de que seus subordinados lhe roubem seu cargo. É mais fácil crescer se você criar e tiver substitutos. Seus gerentes vão preferir você como formador de equipes a um gladiador protegendo o seu feudo.

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Crise Financeira Mundial -   2008   /   2011

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Os artigos foram escritos de forma inversa, ou seja, do último para o primeiro

 

Crise 2008 / 2010

 

Escrito em set. 2010

Agora, em setembro de 2010 a economia mundial se mantém estabilizada na maioria dos países. Saiu o resultado do PIB no Brasil em torno de 8% que foi um bom resultado para o primeiro semestre, empatamos com a Índia, superamos a Rússia e ficamos 2 pontos abaixo da China. Isso comprova os acertos das vantagens fiscais que o governo proporcionou às indústrias, principalmente automobilística, construção e eletrodomésticos. 

Continuem acompanhando as notícias e estatísticas internacionais e nacionais para ajustar o cenário do seu setor e os reflexos que possam afetar sua empresa.  Os países europeus estão sofrendo pressão da população com protestos de rua porque os ajustes necessários não são aceitos pelas pessoas. Nós já sofremos esses efeitos necessários no governo FHC – Fernando Henrique..

Ms. Aloisio Pombo.                                            

 

Escrito em junho de 2010.

Continuamos nas mesmas condições que terminamos de 2009, em relação à crise 2008

           As manifestações da população na Grécia continuam e o mesmo deverá ocorrer nos outros países que precisam ajustar seus orçamentos às exigências das entidades (FMI, Banco Mundial, etc.) que vão emprestar dinheiro para equilibrar os orçamentos de alguns países europeus.         

            Na primeira semana de março de 2010 as bolsas de valores de todo o mundo voltaram a surpreender os investidores com a crise mostrada pelo possível calote da Grécia. A mesma apreensão também envolve Portugal e Espanha e outros países da Comunidade Européia, chamados de PIGS -Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Suécia. Eles tem dificuldades em fazer ajustes, já que sua moeda deles é o Euro e não podem recorrer ao recurso da desvalorização. Outro país que está em crise é a Itália. A Unidade Européia descartou que os países iriam recorrer ao FMI, e o G7 reunido no Canadá disse que esse é um assunto que deve ser administrado pela UE.

           As reações da população grega já chegaram às ruas. O governo está tentando reduzir o déficit público, falam em reduzir benefícios na previdência social e nas aposentadorias, além de outras políticas fiscais para enfrentar o problema. Tudo isso agrava o desemprego.

            Os economistas dizem que 2010 não será tranquilo e várias outras crises semelhantes ainda irão surgir.

           No Brasil estamos em ano de eleição. Os incentivos estão começando a ser eliminados gradativamente, mas os juros da taxa Selic deverá sofrer elevações para conter a inflação prevista por alguns economistas. Até agora o Banco Central e o Governo conseguiram manter os efeitos da Crise Internacional sob controle. Henrique Meireles que ir sair do BC para se candidatar, mas ele permaneceu no cargo, isso é bom, mas é sinal de que o governo Lula não quer perder o controle da economia, pois confia nas ações desse executivo. No meu parecer ele é responsável por parte do sucesso do governo Lula nos dois mandatos.  

           Até o próximo artigo.

           Aloisio Pombo

   Saiba mais sobre a Crise 2008

 

Crise 2008/2009 - Estamos em  30 de novembro de 2009

As notícias podem ser divididas em duas abordagens, as que afetam a economia do Brasil e as que afetam as economias do resto do mundo. Vamos começar como estamos superando a crise na nossa economia.

As empresas industriais estão esperando um aumento de vendas nesse Natal de 2009 na ordem de 8%, é um grande otimismo dos empresários que temos registrado nas declarações nas mídias após o governo Lula ter anunciado a redução de Impostos para móveis (madeira, plástico e ferro), ampliação do prazo em eletrodomésticos, veículos e material de construção. A Bolsa de Valores de São Paulo retornou aos 60 mil pontos de 2008 e já bate os 68 mil pontos, que é um recorde.

O governo Lula está arrecadando menos impostos, está gastando mais em obras e investimentos, reduziu os juros da Selic, colocou mais dinheiro disponível  para financiamentos de crédito direto ao consumidor, imóveis, automóveis, eletrodomésticos e equipamentos. Registra-se que essas políticas econômicas causam inflação, mas ela regrediu de 5,5% para a meta de 4,5% a.a.

Esta semana começamos a ouvir declarações de que as montadoras de veículos suspenderam as férias coletivas de Natal e estão contratando novas pessoas. Trabalhadores que foram demitidos há um ano estão sendo recontratados e fazendo horas extras. Taxa de desemprego de 7,5% a.a. Não temos notícias de recessão para o Brasil, mas cuidado com o otimismo exagerado. Alguns setores no Brasil ainda estão sofrendo com a crise, tal como ocorre com os exportadores, que além da falta de pedidos, enfrentam também o dólar baixo a R$1,73. Na crise chegou a R$2,40.

O mundo continua em crise que não tem data para terminar. E foi essa mesma crise que arrastou o Brasil e o mundo ao que estamos vivendo hoje. A recessão ainda é crítica em diversos países. Alguma recaída pode ainda ocorrer. As montados dos EUA - Ford, GM, Chrysler estão vendendo abaixo do que sua capacidade instalada requer. A Toyota assumiu a liderança mundial como primeira montadora, mas está vendendo menos do que antes da crise. Suas fábricas de carros de luxo e pick-up vendem pouco, tal como a GM.

Alguns países estão pressionando o Japão e China para desvalorizar suas moedas. Ao preço que estão os dois países vendem mais facilmente para o exterior suas mercadorias e os produtos dos EUA e Europa ficam mais caros para serem exportados.

Tem muito mais.

Aloisio Pombo

 

Crise mundial de 2008 escrito em 10 de setembro de 2009.

         Estou escrevendo com uma visão de economista para que o leitor possa fazer suas avaliações de investimento e outras decisões para os meses próximos. Não sou eleitor do Lula, mas sim um observador das ações de política fiscal, monetária, econômica, e acordos políticos com os governadores dos estados. Confiram os dados que estou relatando e mantenham o controle do que eu escrevo que está acontecendo e se essa situação se mantém no decorrer dos próximos meses.

         Estamos em setembro de 2009 completando um ano de crise financeira mundial. O governo brasileiro foi competente na proteção contra a crise. Com a redução do IPI beneficiando vários setores industriais permitiu que as empresas reduzissem o preço de venda e o consumidor foi as compras e as indústrias estão batendo recordes de venda enquanto em todo o mundo houve retração. Um fato impensável é estarmos em setembro com duas greves no setor automobilístico quando os operários lutam por aumento de salários.

        Outro fator do governo Lula que beneficiou o aumento da produção foi a ajuda fiscal aos bancos e financeiras com a redução drástica do depósito compulsório, além de ações de política monetária com o Banco Central injetando moeda no mercado. Não está faltando dinheiro.

         Uma outra política econômica de grande impacto foi a ampliação dos gastos do governo, não só federal, como estadual e municipal. As obras do PAC e outras obras estão movimentando a economia de forma brilhante. 

         Lembramos aos leitores que todas essas ações de política fiscal e monetária geram inflação, por provocar expansão da economia. Verifica-se que a inflação está sob controle e deverá ser mais baixa do que a de 2008. Mas a previsão do crescimento do PIB para 2009, quando a crise iniciou, alguns economistas e agências internacionais de avaliação previram que seria negativo e os otimistas falavam em um crescimento de 0,5%e hoje já se espera um crescimento do PIB de 1,5%, mas é possível que ainda seja maior.

          Caso esse crescimento seja maior a economia terá que crescer mais do que vamos supor 3,5% ou mais no último trimestre para compensar os números menores e até negativos dos primeiros dois trimestres de 2009. Isso quer dizer que teremos daqui para frente só notícias boas para o emprego, para a produção, para as vendas.

          Temos a eleição de 2010 pela frente. Isso quer dizer que muitas verbas serão liberadas pelos governos estaduais e federal para a campanha de seus candidatos. Obras públicas serão inauguradas e concursos serão aprovados e pessoal contratado. Por isso, acredito que o governo Lula não irá terminar com a isenção do IPI para material de construção, veículos, eletrodomésticos porque o governo irá preferir agradar a população e os industriais e com isso eleger o seu sucessor (Dilma, Ciro Gomes ou Jobim). A perda na arrecadação fiscal em 2009 tem que ser considerado como investimento do Brasil para enfrentar a crise. Nós não sofremos nada com a crise se compararmos o que ocorreu e ainda repercute nos EUA, EUROPA e ÁSIA. Além do mais, a crise no Brasil está sob controle, mas ela ainda está viva lá fora. Ainda temos muita crise pela frente. Só o Japão e França saíram da recessão no último trimestre. A promessa de crise é de no mínimo 2 anos, ou seja, o seu término é para o final de 2010 e início de 2011.

         Prof. Adm. Aloisio Pombo

         Mestrando em Economia Empresarial.

 

Crise mundial de 2008 que ainda repercute em 2009

Hoje em 3 de julho de 2009, quase completando um ano de crise, a economia mundial encontra-se em fase de ajustes e absorção das ações determinadas pelo governo dos EUA para enfrentar a crise econômica. Os quase seis meses do governo Obama foram muito bem aproveitados e o mercado reagiu positivamente. Os países europeus, asiáticos e a China fizeram sua parte respondendo com políticas fiscais e econômicas tal como fizeram os americanos.

No meu entender, a crise está equacionada. Mas ocorreu uma ruptura e os economistas precisam refazer seus cálculos para validar os parâmetros da econometria. Será uma questão de tempo. Apesar das taxas de desemprego americanas estarem em alta, a produção em queda, a concordata da GM, a venda da Chrysler para a Fiat, e outros fortes movimentos ocorridos nos EUA como a quebra da AIG e as ajudas que tem recebido do governo americano, tudo está muito bem dirigido graças a liderança de Obama.

No Brasil, o Governo Lula fez o dever de casa e a crise atingiu apenas alguns setores, o ligado às exportações e alguns outros de máquinas e equipamentos. As políticas fiscais e econômicas foram suficientes para amenizar muitas dificuldades.

 

 

Crise Mundial 2009

Artigo: escrito em 15 de março de 2009

           Autor: Prof. Adm. Aloisio Pombo - Escrito em 09 de março de 2009

           A crise financeira mundial está sendo bem controlada pelos estados nacionais. Após o governo dos EUA, onde a crise começou, isto é, quando o governo Bush não deu atenção às supervalorizações das hipotecas das residências financiadas pelas financeiras, bancos e outras instituições, além de não fiscalizar. Seu governo também não soube alertar a população, ou o americano que era dono de um imóvel já quitado, para não refinanciá-lo a preços acima do quanto ele valia.

           Hoje as pessoas que apanharam dinheiro na financeira hipotecando sua casa ou apartamento estão com dificuldades de pagar as prestações porque ou perderam emprego ou a prestação ficou muito mais alta do que é um preço de um outro imóvel melhor e de muito menor valor. Elas estão preferindo abandonar o imóvel financiado, perdendo o dinheiro que já pagou e mudar-se para uma casa ou apartamento com uma prestação menor.

            Por outro lado, com a crise, as bolsas de valores despencaram, isto é, as ações também estavam supervalorizadas, ou seja, não valiam aquilo que era sua cotação em bolsa. Como nos EUA as empresas buscam financiamento nas bolsas de valores, colocando ações para vender coletando dinheiro sem pagar juros, e assim conseguem financiar seus projetos. Com a queda, esse meio de se financiar para rolar uma dívida ou para algum novo projeto, etc., cessou. Os investidores já haviam perdido muito dinheiro com a queda das bolsas a partir de julho de 2008 e não mais tiveram intenção de arriscar seu dinheiro, e nem as empresas tentaram esse meio, já que sabiam que sua credibilidade estava arrasada. Estou falando de GM, FORD, CHRYSLER, CITY BANK, e outros. Coitado das pequenas empresas.

              Então, só restou recorrer ao governo dos EUA para obter recursos para pagar seus compromissos de fornecedores, bancos, e financeiras. Aí, já estávamos em setembro de 08 e a crise se instalou nos EUA, e a partir daí, se espalhou por todos os países. Com a globalização atual, os investidores retiraram seu dinheiro onde achavam que a ação poderia cair, ou a ação que já estava caindo, ou porque o país que perdeu a credibilidade, e não queriam perder mais. Todos os dias ouvimos notícias que caíram as bolsas no Japão, Ásia, Europa, Américas, Japão. No dia seguinte e, caia no Japão ........

              Hoje existe uma ação que valia U$40,00 vale U$0,40. Outras cairam menos, mas não são atrativas porque as empresas estão no prejuízo. Sim! Não valem. O investidor que não quer correr risco. O governo dos EUA está comprando essas ações com parte do dinheiro que conseguir aprovar no seu congresso. Em algumas empresas já colocou muito dinheiro, e ainda vai colocar muito mais para não deixá-la "quebrar" -falir-.

              Aguarde o próximo artigo.

              Prof. Adm. Aloisio Pombo


           Autor: Prof. Adm. Aloisio Pombo - Escrito em 10 fevereiro 2009

          Na semana passada Obama, presidente dos EUA, conseguiu do congresso de lá a aprovação do seu pacote de quase U$800 bi. Foi um grande passo para que ele consiga equilibrar a economia de seu país e como consequência os demais países venham continuar tomando medidas de auxílio às suas empresas. Logo que conseguiu a aprovação do pacote, o Tesouro dos EUA liberou um pacote de 2 trilhões de dólares para diversas soluções para políticas econômicas, dentre elas a redução de impostos e incentivos fiscais.

           Obama logo alguns dias depois autorizou um complemento de seu orçamento no valor de US$70 bi para ajudar aos bancos e financeiras que estão com problemas financeiros. A GM e Chrysler pediram um valor extra complementar os U$15 bi que já receberam e deverão ser liberados um valor similar ao anterior.

          Mas porque tanta ajuda ao empresários e banqueiros? Porque, se o país tem uma política liberal e os principais economistas condenam a ajuda e intervenção do estado na economia dos países?

          É porque a situação é gravíssima. O americano ser colocado para fora de sua casa tomada pelo banco financiador, sem emprego, com fome e sem esperança será comum recorrer aos saques, desordens, e o extremo será uma guerra civil de proporções não pensadas.

          Outra. O governo Bush não fez o trabalho de casa na fiscalização das financeiras e bancos que encheram seus cofres com títulos "podres" ao super valorizar os preços dos imóveis vendidos a prazo.

          Outra. Se Obama não agir rápido e com eficácia seu mandato termina antes dele completar seis meses.

           Por outro lado o mundo inteiro estava esperando o movimento dos EUA para salvar sua economia para definir seus pacotes para que venham a salvar as suas. Os europeus e o Japão com os demais países asiáticos tomaram medidas complementares para dar andamento a salvação nacional.

           O governo Lula disparou outros pacotes e o mais importante, não que os demais pacotes anteriores e atuais não sejam significativos, foi o projeto apresentado aos prefeitos reunidos em Brasília de construir um milhão de residências até 2010. Repare a repercussão na cadeira de produção da construção civil desde o cimento, tijolo, cerâmica,..., uma geladeira para cada casa, um conjunto de armários de quarto, uma TV, ..., é muita coisa. Há! e os empregos? bem. Esse é o objetivo final, isto é, expandir o mercado interno para que a nossa indústria, comércio, serviços, agronegócios possam vender o que produzem.

          
            Votarei ao tema com o andar dos acontecimentos mundiais.
             Prof. Adm Aloisio Pombo

 

Crise Mundial 2009 -   Este tema foi escrito em:   5 - fevereiro - 2009

          Caros Leitores. O presidente Obama já assumiu no dia 20 p.p. e conseguiu aprovar na câmara de lá o seu pacote de US$825 bilhões de dólares. Agora falta que os senadores também aprovem. Para os que leram a notícia repararam que a margem foi apertada e até alguns deputados de seu partido votaram contra. Isso é mais do que normal, já que até agora, em todo o mundo, prevaleceu o pensamento dos economistas partidários da não intervenção do Estado na economia, isto é, nada de ajudar uma empresa à beira da falência. O princípio é de que o Estado não deve intervir na economia.

          Mas o que vemos hoje é diferente. A crise é terrível. Já outros economistas, e eu me enquadro nesse grupo, dizem que o Estado deve controlar os movimentos da economia, e em alguns casos, para não deixar piorar o que está péssimo. Por isso, acredito que o pacote será aprovado no Senado dos EUA por uma margem apertada. O que temos hoje é que todos os países em todo o mundo estarem aguardando o que vai acontecer lá para em seus países fazer aportes de dinheiro para recuperar empresas de diversos setores. Se o pacote de Obama não for aprovado, eu não tenho boas previsões para os próximos dois anos.

           Não condeno os economistas que repudiam o auxílio do Estado para dar apoio a uma empresa, inclusive bancos, que estão a beira da falência. Eles lucraram enquanto foi possível até descobrir que tinham títulos de hipotecas "podres" em sua carteira, isto é, os papéis viraram pó. E o governo americano está substituindo esses títulos nos bancos entregando títulos da dívida pública americana para dar lastro às instituições, que sem isso iriam a falência. Estou falando do City Bank para cima.

            Repito o que já escrevi abaixo em outros artigos. Essa crise financeira mundial é da mesma proporção da crise de 1929, ou seja, é de proporções arrasadoras e não temos exemplos recentes de outra de igual teor. Só que hoje já temos a experiência do que ocorreu em 29, e os estragos que poderão causar se os Estados Nacionais não ajudarem as suas empresas. O resultado será o desemprego, estagnação e o caos. Deverá desencadear a revolta nacional e queda de governos.

            Hoje dou gargalhadas pelas ações de apoio de alguns economistas que estão aprovando esses pacotes, isto é, os US$750 bi que Bush já gastou e os R$850 bi que o Obama está recebendo para gastar. Isso porque eles estão seguindo os passos que o Brasil deu ao criar o Proer (um programa para sustentar os bancos no Brasil quando ocorreu a crise da Ásia de 1997). Na época o mundo inteiro condenou a nossa política econômica, mas hoje estão nos copiando. Isso nos dá maturidade. Isso faz o Brasil ser respeitado pelos economistas em todo o mundo.

            Mas vamos lá. No meu parecer, O pacote dos EUA irão gerar apoio para que outros governos nacionais na Europa e Ásia também façam pacotes de suporte às suas economias. Com todos os países conseguindo aprovar a injeção de dinheiro em suas economias, espero que no segundo semestre de 2009 a economia mundial se estabilize e alguns países comecem a sair da recessão.

            Essa é a minha esperança de salvação, mas o mundo das nações e das empresas não será o mesmo daqui para frente. A liberdade financeira que os bancos exerceram até agora não deverão continuar. Eles serão fortemente monitorados pelas instituições do Estado Nacional. Pessoas (funcionários) deverão ser mais bem tratados no futuro. Algum fundo deverá ser criado nas empresas ou nos governos para dar suporte aos desempregados.

             Vamos aguardar os fatos.
              Prof. Adm. Aloisio Pombo

Crise Mundial 2008 / 2009 Parte 5. Escrito em 3 de janeiro 09
          O presidente americano Obama irá assumir o seu governo no próximo dia 20, mas já toma decisões importantes que são aceitas e adotadas por Bush e pelo congresso. A segunda parcela de US$350 dos US$700bi acabou de ser liberada e os deputados e senadores já estudam a aprovação do segundo pacotão de US$800bi para investimentos na criação de empregos com obras públicas e outras políticas para aquecer a economia dos EUA. Da primeira parcela saiu o pacote US$15bi. de ajuda às montadoras e agora depende da GM e da Chrysler se ajustar internamente e se salvar. A Ford preferiu não aceitar o dinheiro.
           Para a economia mundial isso é muito bom, já que não temos um vazio de poder nos EUA e com isso os demais países e empresas também tomam suas decisões com base no que a maior economia do mundo fez.
           O Governo Lula anunciou que está preparando um novo pacote. Aprovo essa forma de intervenção do Estado na economia. Aos poucos e pontualmente as políticas fiscais, monetárias e econômicas são criadas para ajustar o setor em crise, ou que vá entrar em crise. Veja a boa política fiscal (reduzir impostos) e monetária (dinheiro para financiamentos e corte no IOF) que ajudou a indústria automobilística.
           Segundo as agências internacionais de avaliação de risco, o Brasil será um dos países emergentes que deverá sofrer menos com a crise internacional e tudo irá depender dessas ações governamentais de nós elevarmos nossos gastos públicos em investimentos que gerem outros investimentos e renda e fazer cortes com a máquina pública, além de criticar corretamente os novos prefeitos que assumiram que falam em cortar despesas e não investir. Acredito que ele está certo, pois não é hora de desempregar ou de criar uma sensação de insegurança na população. Já basta os industriais que engavetaram projetos e esperam para ver o que vai acontecer.
           Escrevo com uma visão de economista, isto é, mantendo uma postura conservadora, mas também tenho que passar para você, que é meu leitor, uma visão de curto, médio e longo prazo. No curto prazo temos a incerteza, mas a nossa economia ainda não recuou como as mais fortes economias mundiais e as ações do Governo Lula são firmes e de expansão. Para médio e longo prazo ou seja para o segundo semestre 2009 e 2010 todo acredito que o Brasil terá uma boa posição em relação a crise.
           As razões para a minha previsão são várias. (i)Começo pela cotação do dólar hoje acima de R$2,00 que era tudo que o governo queria para melhorar a competitividade de nossos produtos. Agora depende do governo continuar as suas políticas fiscal e monetárias para sustentar essa paridade. Veja a política de utilizar US$20bi das reservas para financiar empresas exportadoras. (ii) o nosso mercado interno é suficiente para manter nossa indústria aquecida e com a ajuda dos financiamentos do governo ao crédito ao consumidor e as empresas, são uma boa política para manter o povo comprando. (iii) a criação de emprego é uma política governamental fundamental para manter a população gastando e as obras do PAC serão uma fonte de gastos indispensáveis para isso. Além das notícias para investimentos na indústria da construção civil.
            É fácil ser pessimista, mas temos que ler o que o Governo está fazendo para não deixar de ganhar caso a economia brasileira não perca tanto quanto como por exemplo perderão a China, Japão, Alemanha, além dos EUA e tantos outros países. Fiquem alerta. O governo Lula poderá cometer alguns erros, mas hoje os bons técnicos estão a frente do comando. O economista chama isso de curva da experiência. Depois de tantas besteiras, aprende-se ou na contratação de pessoal capaz ou não tentar inventar soluções acadêmicas sem consistência, mas sim seguir os princípios da macro e microeconomia.

             Prof. Adm. Aloisio Pombo

Crise Mundial de 2008  Parte 4    -         Atualizada em 10 de janeiro de 2009

           O presidente Obama tomará posse dia 20 próximo. As reuniões com as autoridades do congresso dos EUA têm sido fortemente discutidas e aceitas. São mais US$800 bilhões que deverão ser gastos (investidos) nos próximos dois anos para salvar a maior economia do mundo. Alguns alunos me perguntam: -"Se a GM e as demais empresa não são competentes para administrar suas indústrias, porque não deixar quebrar?" Certo que as montadoras japonesas poderiam ocupar seu espaço, mas quantos empregos ficariam perdidos em um primeiro momento (um ano?) e qual seria o tamanho da crise? O desemprego nos EUA bateu 7,2% em dezembro e caminha para os 10%. O país já está em recessão. Isso é grave.

          Outra. Apesar se ser a favor da livre iniciativa e de que os mercados devem encontrar seu equilíbrio no longo prazo, o que ocorreu foi um choque, e para os choques os economistas do governo têm que criar políticas fiscais, monetárias e de estado para que o mercado se ajuste no curto prazo. Bush foi incapaz de vislumbra a crise e intervir a tempo e o choque ocorreu com a quebra das financeiras. As montadoras estavam no equilíbrio e foram surpreendidas, tal como diversos outros setores também importantes.

           Esperamos que no segundo semestre de 2009 as economias dos EUA, Europa e Ásia encontrem o equilíbrio e que a crise fique por lá não nos atingindo tanto. As medidas do governo Lula já surtiram efeitos. Temos a indústria automobilística vendendo seus veículos aproveitando-se da redução de impostos e condições para financiamento. Vamos aguardar os fatos.

            Prof. Aloisio Pombo

Crise Mundial de 2008  -  Parte 3 -  8 / dez / 2008

          No último artigo, eu sugeri que o governo Lula já deveria ter criado um gabinete de crise com vistas à montagem de um gabinete de salvação nacional. Defendo esta atitude porque entendo que o Brasil precisa que ser mais eficaz no combate à crise. Sei que estou escrevendo para poucas pessoas ler, mas preciso de apenas uma que seja um líder e assuma esta estratégia.

          Nossa preocupação é com a empresa nacional. Essa crise tem todos os ingredientes da que causou a grande depressão de 29, mas felizmente ela está sendo muito bem combatida no Brasil e no exterior. Vemos que os economistas estão impondo ações e soluções que podem equilibrar a economia. Mas será que você está cuidando bem de sua estratégia? 

          A crise pode durar em torno de dois anos e tudo voltar ao normal, mas poderá se agravar muito mais e ser mais prolongada. Não temos bola de cristal para saber, mas temos o que chamamos de precaução, bom senso, e senso de oportunidade.

          Hoje o Brasil vai muito bem. A nossa economia tem tudo para sair bem dessa crise, mas por quê dar chance ao azar? Por quê facilitar? Nos anos de 1997 a 2001, durante o governo FHC surgiu a idéia da recomendação para se estabelecer um governo do tipo espanhol que foi criado após a queda do ditador Franco, para enfrentar a crise da Ásia como foi chamada na época. Nada foi feito e o Brasil saiu da crise bastante arranhado e com perdas, mas poderia ter saído muito melhor, após ela ter se esgotado. 

            Se o governo não cria um gabinete de crise, crie um em sua empresa e planeje como você vai enfrentar uma possível adversidade. Temos a técnica da análise SWOT. Ela nos recomenda para visualizar na nossa empresa / no produto / no mercado / na tecnologia / ... / quais são as ameaças, as oportunidades, os pontos fortes e os pontos fracos.

          Pense como as ameaças poderão afetar o seu faturamento, se na diminuição do volume de clientes com renda para comprar o produto ou o serviço, se uma nova tecnologia pode afetar nosso produto, e outras ameaças que poderemos identificar. Depois disso você deve fazer o exercício com as oportunidades. Pense bem, se vai ficar difícil para você enfrentar a ameaça, será que seus concorrentes terão capacidade (RPV) para enfrentar a adversidade, tal como a sua empresa? Isso quer dizer que você poderá perder, mas seus rivais irão perder também. Daí vá aos seus pontos fortes e pontos fracos. Faça essa análise para sua empresa e para seus principais competidores. Será que sua equipe de vendas está pronta para pelo menos manter seus clientes? Será que a sua cadeia de valor está mais bem preparada, mais bem unida, mais bem gerida do que a de seus rivais?

          Seus produtos formam um ponto forte? Vamos supor que você revenda motos ou automóveis. Nesse mercado todos estão em crise. Mas antes que a sua empresa quebre pense que a montadora ou importadora poderá quebrar primeiro. Você só tem custos de comprar e revender, enquanto o fabricante tem todo o processo de comprar e estocar as peças, fabricar montando o veículo, vender e financiar todo esse processo. Então, reforce e renove com treinamento a sua equipe de vendas, reveja todos os processos de atender aos clientes desde telefone, peças de reposição, assistência, manutenção, ..., ..., e faça disso um ponto forte. O que eu quero dizer: que vale a pena o esforço, porque se você sobreviver à crise, mesmo que a montadora quebre, você pode sobreviver vendendo uma outra marca que sobreviveu.

          Muitos dão conselhos para a amargura da crise, ou que da amargura de um limão você pode-se fazer uma limonada. Mas na prática é você diretor, é você gerente que têm o poder para fazer acontecer.

          Prof. Adm. Aloisio Pombo

Crise Mundial de 2008  Parte 2    -         Atualizada em 5 de dezembro de 2008

          Estou escrevendo este artigo em 5 de dezembro de 2008 e a economia mundial continua dando sinais de agravamento da crise sem esmorecer. As três presidentes das principais montadoras de automóveis americanas foram ontem no senado americano e elevaram o pedido de 25 pra 35 bilhões de dólares para que elas possam enfrentar sua crise. Disseram aos parlamentares que se o governo não ajudar com esse aporte de capital, os presidentes disseram que poderiam caminhar para a falência começando pelo pedido de concordata. Ameaçaram os congressistas e o público em geral com as conseqüências que poderão ocorrer se o setor arrastar toda a cadeia de valor, e aí sim, o prejuízo para a economia seria de um trilhão de dólares.

          A japonesa Honda anunciou nesse dia 5 sua retirada da Fórmula 1, segundo a declaração de seu presidente preferindo investir os 500 milhões de dólares anuais na proteção de seu negócio principal.

          Outras notícias graves continuam circulando pelos jornais, mas estas já são de grande impacto. Escrevemos o que ocorre lá fora e precisamos  controlar quais são os seus impactos para a economia do Brasil. O Rubinho perdeu o emprego, mas isto é uma perda que ele tem capacidade de sobra para superar. Começamos pelo impacto da indústria extrativa de minério de ferro. A crise internacional levou a retração das exportações na indústria automobilística. O nosso mercado interno não tem como absorver a produção de automóveis não exportada. Isso provoca a retração das compras de aço, que atingem o mercado do minério de ferro e a Vale do Rio Doce que já estava ressentida da retração das exportações para a China. Como reflexo, deu férias coletivas e demitiu um razoável número de funcionários em Itabira. A indústria siderúrgica no Brasil está produzindo menos aço, não só por motivo da indústria automobilística, mas também outros setores industriais estão com vendas em retração.

          A reavaliação do crescimento do PIB para o Brasil em 2009, pelos agentes econômicos do governo, bancos e entidades internacionais, está sendo estimado em uma média de 2,6%, enquanto 2008 deve fechar em 6% contra 6,2% de 2007. Com essas previsões podemos dizer que alguns setores irão crescer mais e outros terão retração. O que nós recomendamos é você observar quais são os impactos positivos e negativos que o setor que você e sua empresa estão envolvidos possam sofrer. Observe como as empresas componentes da cadeia de valor de seu produto estão sofrendo com a crise. Como a crise atinge os seus consumidores finais. A partir daí faça o ajuste de sua estratégia e orçamento. 

          Prestem atenção ao termômetro da crise. Se o Brasil representa um minúsculo percentual do comércio mundial, o que temos que observar é que a economia mundial gira em torno das 7 maiores economias do mundo, EUA, Japão, Alemanha, Inglaterra, Itália, França, e Canadá. O BRIC composto pelo Brasil, Rússia, Índia, e China e outros, vêm a reboque. Se hoje a Europa, Japão e EUA estão com sua economia em recessão temos que ascender o alerta vermelho aqui no Brasil. 

          No meu entender, o governo Lula já deveria ter criado um gabinete de crise com vistas a montagem de um gabinete de salvação nacional, onde os parlamentares da situação e oposição juntos tentando sobreviver a essa crise. No mínimo, se a crise não nos afetar de cheio, poderemos sair dela muito melhor do que estamos hoje em relação aos países que irão sofrer muito.

           Fico aqui por hoje. Aloisio Pombo

Crise Mundial de 2008  Parte 1     -         Editada em 18 de novembro de 2008

Estamos vivendo os momentos iniciais, apesar de já ter decorrido mais de seis meses, de uma grave crise mundial. Hoje já é dez de novembro e o governo chinês determinou a aplicação de US$586 bilhões para socorrer a sua economia da crise. Nos EUA discute-se um auxílio às três principais montadoras americanas, a GM, Ford e Chrysler de US$80 à US$150 bilhões, já que o governo injetou na economia US$850 bilhões para sustentar bancos, construtoras, e financeiras em outubro. Quantia semelhante os países reunidos na Europa decidiram também investir em suas economias para enfrentar a crise.

 

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Uma Crise é uma Crise no Brasil e na China.

Sabemos muito bem o que eles estão sofrendo, isso por que nós sofremos os mesmos efeitos em 1997 com a crise da Ásia, que se estendeu para a Rússia, chegou ao México, Argentina, e a nossa moeda, o Real foi atacado a partir dessa corrida às bolsas de valores com a venda de títulos brasileiros.

As bolsas internacionais já despencaram e caíram com fortes perdas, mas a crise ainda está no início, e é possível que caiam ainda muito mais.

A vantagem de hoje ao se comparar aos anos 1929, ano da grande depressão mundial, é que hoje os governos estão ouvindo os economistas que aprovam a intervenção dos governos para equilibrar a economia antes que algo mais grave aconteça. Nos EUA prevaleceu até pouco tempo a chamada economia do equilíbrio dos mercados, isto é, diziam que o estado não deve intervir nos mercados e na iniciativa privada, mas temos hoje a primeira grande prova depois da crise de 29. Quase um século depois os governos liberais de todo o mundo e os de economia centralizada como China, estão investindo pesado para salvar o que sobrou de seus mercados enquanto é tempo.

Esses mesmos países criticaram o Brasil quando ele criou o Proer, uma espécie de seguro para encampar os bancos falidos ou que não conseguissem se manter na economia, mas seus diretores tiveram que entregar o controle acionário, como foi o caso de muitos bancos dentre eles o Nacional.

Hoje eles estão fazendo o mesmo, isto é, copiando o que o Brasil fez, compram as ações e emprestam, mas os diretores têm que ser afastados. Isso é uma privatização branca. Mas eu aprovo.

O erro do governo americano foi não socorrer o primeiro banco que quebrou no meio deste ano antes da crise se agravar, não me lembro do seu nome agora, mas na época os governantes seguiram os economistas de Chicago, radicais e contrários à intervenção do estado na economia e o banco faliu. Naquela época, se o governo dos EUA tivesse injetado uns 300 bi na compra das ações daquele banco e uma parte para as financeiras do sistema de habitações deles, o prejuízo seria muito menor.

Pensem bem.

Uma opinião pessoal do Prof. Aloisio Pombo

 

Escrito em junho de 2010.

Continuamos nas mesmas condições que terminamos de 2009, em relação à crise 2008

           As manifestações da população na Grécia continuam e o mesmo deverá ocorrer nos outros países que precisam ajustar seus orçamentos às exigências das entidades (FMI, Banco Mundial, etc.) que vão emprestar dinheiro para equilibrar os orçamentos de alguns países europeus.         

            Na primeira semana de março de 2010 as bolsas de valores de todo o mundo voltaram a surpreender os investidores com a crise mostrada pelo possível calote da Grécia. A mesma apreensão também envolve Portugal e Espanha e outros países da Comunidade Européia, chamados de PIGS -Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Suécia. Eles tem dificuldades em fazer ajustes, já que sua moeda deles é o Euro e não podem recorrer ao recurso da desvalorização. Outro país que está em crise é a Itália. A Unidade Européia descartou que os países iriam recorrer ao FMI, e o G7 reunido no Canadá disse que esse é um assunto que deve ser administrado pela UE.

           As reações da população grega já chegaram às ruas. O governo está tentando reduzir o déficit público, falam em reduzir benefícios na previdência social e nas aposentadorias, além de outras políticas fiscais para enfrentar o problema. Tudo isso agrava o desemprego.

            Os economistas dizem que 2010 não será tranquila e várias outras crises semelhantes ainda irão surgir.

           No Brasil estamos em ano de eleição. Os incentivos estão começando a ser eliminados gradativamente, mas os juros da taxa Selic deverá sofrer elevações para conter a inflação prevista por alguns economistas. Até agora o Banco Central e o Governo conseguiram manter os efeitos da Crise Internacional sob controle. Henrique Meireles que ir sair do BC para se candidatar, mas ele permaneceu no cargo, isso é bom, mas é sinal de que o governo Lula não quer perder o controle da economia, pois confia nas ações desse executivo. No meu parecer ele é responsável por parte do sucesso do governo Lula nos dois mandatos.  

           Até o próximo artigo.

           Aloisio Pombo

 

Março 2010

Nada mudou e a incerteza continua em março de 2010. Vejam o texto da página principal.

Quanto à Globalização, notei que as agência de risco começam a dar notas baixas para países que pertencem ao G7. Em contrapartida fazem elogios ao desempenho do Brasil nas políticas de enfrentamento da crise.  As empresas globais continuam a sofrer com a queda em suas vendas internacionais em quase todos os blocos econômicos.

Vamos acompanhar os fatos.

Aloisio Pombo.

 

   Saiba mais sobre a Crise 2008 

Crise 2008 / 2009 - Estamos em  30 de novembro de 2009

As notícias podem ser divididas em duas abordagens, as que afetam a economia do Brasil e as que afetam as economias do resto do mundo. Vamos começar como estamos superando a crise na nossa economia.

As empresas industriais estão esperando um aumento de vendas nesse Natal de 2009 na ordem de 8%, é um grande otimismo dos empresários que temos registrado nas declarações nas mídias após o governo Lula ter anunciado a redução de Impostos para móveis (madeira, plástico e ferro), ampliação do prazo em eletrodomésticos, veículos e material de construção. A Bolsa de Valores de São Paulo retornou aos 60 mil pontos de 2008 e já bate os 68 mil pontos, que é um recorde.

Veja a continuidade desse artigo na página principal www.aloisiopombo.com.br

A crise Financeira Mundial de 2008 ainda repercutindo em 2009

 

          Temos hoje em agosto de 2009 um outro momento da crise internacional. É possível hoje entendermos muitos erros de governos e economistas por ter uma crença errada no que tange intervir ou não em economias dos países. Era crença de parte dos economistas, principalmente os intitulados economistas de Chicago pensar que a economia se equilibra sem que os estados nacionais precisem intervir no curso da economia. Isso foi provado que não funciona em casos de crise do tamanho da que estamos vivendo.

          Os países de todo o mundo já colocou mais de 10 trilhões de dólares para comprar participação acionária em empresas (isto foi uma privatização em massa - Ver GM, AIG, ...), socorrer bancos, países em crise profunda e outras providências que poderiam ter sido evitadas caso os economistas tivessem aprendido com Keynes.

           Mas por tudo que está ocorrendo, o mundo empresarial e das nações não será o mesmo. Os economistas estão prevendo mais um a dois anos para o fim da crise de 2008. Para um leigo em economia compreender o que ocorreu temos a explicação clássica do que ocorre após um choque, como por exemplo o primeiro momento foi uma grande queda inicial das bolsas de valores. Naquele momento as três curvas do mercado estava em equilíbrio, isto é, as curvas econômicas encontravam-se num ponto do mercado. O choque provocou um forte deslocamento da curva da renda para a esquerda, com diversas consequências, sendo:  no comércio internacional ocorreu uma forte queda nas importações e exportações, a economia passa a andar de lado, por causa desses efeitos outra queda ocorre, mais um deslocamento para a esquerda, outra queda, e assim foi indo. A reação dos países mais ricos foi imediata, com políticas monetárias, injeção de moeda no mercado, financiamento à bancos e empresas, aumento dos gastos públicos, etc. Com isso a curva da moeda se deslocou para a direita e a curva do câmbio também foi para a direita.

          Em algum momento o equilíbrio da curva da renda encontrou outro ponto mais a esquerda, mas não tanto como foi deslocada no primeiro impacto do choque.

           França e Japão foram os primeiros a mostrar números positivos em seu PIB no segundo trimestre de 2009. Mas os economistas estão prevendo que CHINA crescerá menos do que foi previsto, e isso não é bom. Temos que esperar se será outro L? Ou será que EUA e Alemanha compensem essa perda?

          No Brasil o governo Lula foi competente. Ainda não está debelada, mas o pior já passou. Os setores que dependem de exportações e de investimento externo, vão esperar mais um ano.

          

            Vamos aguardar.

             Aloisio Pombo

Artigo: Escrito em 11 de março de 2009

              Autor: Prof. Adm. Aloisio Pombo

 

              Caros visitantes, estou escrevendo esse artigo para explicar o que está acontecendo no Brasil após sete meses de crise mundial. Sim! Já se passaram sete meses que os dirigentes de todos os países no mundo fazem seus ajustes internos, fazendo o melhor que podem seguindo o que os demais países fazem de política fiscal, câmbio, monetária, e diversas outras políticas econômicas estão fazendo para salvar sua economia e suas empresas.

               No dia 10 os membros do COPOM - Banco Central do Brasil, por unanimidade, decidiram baixar a taxa SELIC em 1,5%, isto é, um decisão pouco comum, já que quando ocorre para cima ou para baixo é de 0,25% a cada reunião de 45 dias. Assim, a taxa básica de juros no Brasil passou de 12,75% a.a. para 11,25 a.a. e  com isso, o BC sinalizou para os bancos e agentes financeiros, economistas, empresas, pessoas,  que a inflação não é mais sua preocupação atual, já que está em queda e se aproximando do centro da meta de 4,5%, mas sim é com o crescimento do PIB de 2009.

              Lemos nas notícias que diversos dados da economia brasileira indicam que o PIB de 2009 deverá ficar entre zero e 0,5%, apesar do governo Lula dizer que fichará o ano com 4%. Ao baixar a taxa básica de juros, devemos esperar uma redução das taxas cobradas pelo setor bancário que estão em 67% a.a. para produção e de 144% para o consumo, ou seja estratosféricas, 6% e 12% a.m. respectivamente. São as maiores taxas de juros do mundo civilizado.

                Atenção, não cabe aqui a defesa do governo Lula, mas sim ler as soluções econômicas para crise que o governo brasileiro está adotando ou que deverá adotar. Lembro que não basta o discurso de que vai fazer uma obra, mas sim a obra executada.

                Para alcançar um crescimento de 4%, baixar as taxas de juros ajuda muito, e deveremos chegar no segundo semestre com uma taxa de 8% a.a., porque este será o recado que os industriais, comerciantes e prestadores de serviço querem ouvir do governo para investir em seus projetos de crescer. O governo Lula diz que irá incentivar o PAC e tem um outro grande projeto que é a promessa de construir um milhão de novas moradias até 2010. Este é o sinal mais evidente que os empresários querem ouvir e ver acontecer. Explico. Toda a vez que o governo faz investimentos gastando os impostos que arrecada, ele está devolvendo à economia dinheiro, pagando o que contrata e criando emprego nas empresas.

                Construir uma estrada, fazer uma grande obra pública, construir uma obra social em favela, construir escolas, são ações de gastos do governo que fazem a economia se desenvolver. Mas ainda construindo casas para a população, além de todo o material de construção aplicado na obra e os salários dos operários para construir, temos todos os móveis, fogões, geladeiras, etc., para os novos proprietários habitar os novos lares. Aí teremos mais um milhão ou mais de cada um desses componentes da casa e então, provocando todo o movimento da cadeia de produção industrial, comercial e de serviços. O resultado será mais emprego e desenvolvimento econômico.

                Isto poderá ser muito bom. Vamos ver se o Governo Lula age rápido do discurso à prática.

                

                Vamos continuar acompanhando os fatos.

                Tem muito mais.

                 Prof. Adm. Aloisio Pombo

                

 

           Artigo: Escrito em 09 de março de 2009

            Autor: Prof. Adm. Aloisio Pombo - Escrito em 09 de março de 2009

           A crise financeira mundial está sendo bem controlada pelos estados nacionais. Após o governo dos EUA, onde a crise começou, isto é, quando o governo Bush não deu atenção às supervalorizações das hipotecas das residências financiadas pelas financeiras, bancos e outras instituições, além de não fiscalizar. Seu governo também não soube alertar a população, ou o americano que era dono de um imóvel já quitado, para não refinanciá-lo a preços acima do quanto ele valia.

           Hoje as pessoas que apanharam dinheiro na financeira hipotecando sua casa ou apartamento estão com dificuldades de pagar as prestações porque ou perderam emprego ou a prestação ficou muito mais alta do que é um preço de um outro imóvel melhor e de muito menor valor. Elas estão preferindo abandonar o imóvel financiado, perdendo o dinheiro que já pagou e mudar-se para uma casa ou apartamento com uma prestação menor.

            Por outro lado, com a crise, as bolsas de valores despencaram, isto é, as ações também estavam supervalorizadas, ou seja, não valiam aquilo que era sua cotação em bolsa. Como nos EUA as empresas buscam financiamento nas bolsas de valores, colocando ações para vender coletando dinheiro sem pagar juros, e assim conseguem financiar seus projetos. Com a queda, esse meio de se financiar para rolar uma dívida ou para algum novo projeto, etc., cessou. Os investidores já haviam perdido muito dinheiro com a queda das bolsas a partir de julho de 2008 e não mais tiveram intenção de arriscar seu dinheiro, e nem as empresas tentaram esse meio, já que sabiam que sua credibilidade estava arrasada. Estou falando de GM, FORD, CHRYSLER, CITY BANK, e outros. Coitado das pequenas empresas.

              Então, só restou recorrer ao governo dos EUA para obter recursos para pagar seus compromissos de fornecedores, bancos, e financeiras. Aí, já estávamos em setembro de 08 e a crise se instalou nos EUA, e a partir daí, se espalhou por todos os países. Com a globalização atual, os investidores retiraram seu dinheiro onde achavam que a ação poderia cair, ou a ação que já estava caindo, ou porque o país que perdeu a credibilidade, e não queriam perder mais. Todos os dias ouvimos notícias que caíram as bolsas no Japão, Ásia, Europa, Américas, Japão. No dia seguinte e, caia no Japão ........

              Hoje existe uma ação que valia U$40,00 vale U$0,40. Outras caíram menos, mas não são atrativas porque as empresas estão no prejuízo. Sim! Não valem. O investidor que não quer correr risco. O governo dos EUA está comprando essas ações com parte do dinheiro que conseguir aprovar no seu congresso. Em algumas empresas já colocou muito dinheiro, e ainda vai colocar muito mais para não deixá-la "quebrar" -falir-.

              Aguarde o próximo artigo.

              Prof. Adm. Aloisio Pombo

 

                                                    Artigo escrito em 25 de fevereiro de 2009

          Na semana passada Obama, presidente dos EUA, conseguiu do congresso de lá a aprovação do seu pacote de quase U$800 bi. Foi um grande passo para que ele consiga equilibrar a economia de seu país e como consequência os demais países venham continuar tomando medidas de auxílio às suas empresas. Logo que conseguiu a aprovação do pacote, o Tesouro dos EUA liberou um pacote de 2 trilhões de dólares para diversas soluções para políticas econômicas, dentre elas a redução de impostos e incentivos fiscais.

           Obama logo alguns dias depois autorizou um complemento de seu orçamento no valor de US$70 bi para ajudar aos bancos e financeiras que estão com problemas financeiros. A GM e Chrysler pediram um valor extra complementar os U$15 bi que já receberam e deverão ser liberados um valor similar ao anterior.

          Mas porque tanta ajuda ao empresários e banqueiros? Porque, se o país tem uma política liberal e os principais economistas condenam a ajuda e intervenção do estado na economia dos países?

          É porque a situação é gravíssima. O americano ser colocado para fora de sua casa tomada pelo banco financiador, sem emprego, com fome e sem esperança será comum recorrer aos saques, desordens, e o extremo será uma guerra civil de proporções não pensadas.

          Outra. O governo Bush não fez o trabalho de casa na fiscalização das financeiras e bancos que encheram seus cofres com títulos "podres" ao super valorizar os preços dos imóveis vendidos a prazo.

          Outra. Se Obama não agir rápido e com eficácia seu mandato termina antes dele completar seis meses.

           Por outro lado o mundo inteiro estava esperando o movimento dos EUA para salvar sua economia para definir seus pacotes para que venham a salvar as suas. Os europeus e o Japão com os demais países asiáticos tomaram medidas complementares para dar andamento a salvação nacional.

           O governo Lula disparou outros pacotes e o mais importante, não que os demais pacotes anteriores e atuais não sejam significativos, foi o projeto apresentado aos prefeitos reunidos em Brasília de construir um milhão de residências até 2010. Repare a repercussão na cadeira de produção da construção civil desde o cimento, tijolo, cerâmica,..., uma geladeira para cada casa, um conjunto de armários de quarto, uma tv, ..., é muita coisa. Há! e os empregos? bem. Esse é o objetivo final, isto é, expandir o mercado interno para que a nossa indústria, comércio, serviços, agronegócios possam vender o que produzem.

           Tem muito mais. Veja o início desse tema que foi escrito em outras datas na minha página principal Portal da Administração

            Votarei ao tema com o andar dos acontecimentos mundiais.
             Ms. Prof. Adm Aloisio Pombo CRA-RJ 1481

   

 

Artigo em evidência

 

 A proteção do Brasil contra a Globalização

     Autor: Prof. Adm. Aloisio Pombo
     Em minha dissertação de mestrado, estou escrevendo que o Brasil possui um excelente sistema de proteção de seu mercado contra os efeitos nocivos da globalização, que é composto pelo SBDC (Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência) que é constituído pelo CADE + SDE (Secretaria de Defesa Econômica do MJ) + SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico MF). 
     Esta página tem um grande número de visitantes desde o dia em que foi concebida. Acredito que isso ocorre porque o tema globalização é muito  preocupante para nós brasileiros. São vários os questionamentos do porque eu defendo a globalização, o que não é verdade, e perguntas de como podemos nos defender contra este fenômeno.
     A razão do porque eu escrevo sobre a globalização, com o enfoque que vocês encontram nessa página, é porque existem duas correntes que mais se destacam na academia, os que acham que a globalização é algo criado (um complô) pelos países ricos, americanos, europeus e japoneses (G7), como forma de explorar os países mais pobres, o que não concordo e não acompanho esse corrente, e os acadêmicos que consideram a tecnologia como responsável pela atual globalização. Tratam-na como um fato consumado, algo que já aconteceu, e nós, mortais, temos que saber aproveitar tudo que ela tem de bom e, principalmente, aprender a nos proteger do que a globalização tem de ruim. 
     Fundamento essa opinião porque acredito que a tecnologia dos PC´s, as telecomunicações, etc., interferiram violentamente nas comunicações mundiais a partir dos anos 70 e com isso, a comunicação mundial passou a ocorrer em tempo real. Nenhum país hoje é uma região isolada. Nos tornamos uma aldeia global. Você hoje viveria sem a Internet? É ! ... .
     Mais detalhes sobre o tema eu deixo para os leitores pesquisar no decorrer do texto no site. O que pretendo explicar aqui nesse artigo é o que tem ocorrido no Brasil como a legislação que protege os  brasileiros de alguns fatores prejudiciais das práticas comerciais que a globalização pode causar a um país.
     Em 11 de junho de 1994 foi promulgada a Lei nº 8,884 que criou o SBDC - Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência que veio a substituir com aperfeiçoamento a Lei Antitruste nº 4.137 de 1962, que além de outras providências daquela época criou o CADE -Conselho Administrativo de Defesa Econômica, vinculado ao Ministério da Justiça..
     Hoje, com a Lei 8.884, o SBDC é composto por três órgãos: SDE - Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, pela SEAE - Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, além do CADE que foi transformado em autarquia. Esses três órgãos  atuam como verdadeiros defensores das empresas brasileiras contra as multinacionais, das empresas brasileiras contra as suas rivais também empresas brasileiras mais fracas ou mais fortes, e das empresas mais fortes e ou mais fracas brasileiras ou estrangeiras contra os brasileiros. 
     O SBDC é responsável pela promoção de uma economia competitiva, por meio da prevenção e da repressão de ações que possam limitar ou prejudicar a livre concorrência no Brasil, conforme dispositivos da Lei nº 8.884/94.
     Eu escrevo sobre a globalização com tranqüilidade porque sei o que existe no Brasil a regulação da economia através da legislação própria e não porque acredito nos políticos. Sei que uma lei em vigor pode punir os seus transgressores caso você cidadão, você presidente do seu sindicato de classe, você representante do ministério público, você diretor da empresa que se sente prejudicada, vier a reivindicar seus direitos. Se algo que diga respeito a abuso de poder econômico, atos de concentração econômica, preços predatórios, concorrência desleal, prejudicar sua empresa, faça um ofício ao SBDC com a denúncia, junte os indícios, com algumas provas e acompanhe os resultados. Você verá que muitas outras provas poderão ser levantadas por esses agentes que nos protegem e verá que, se realmente ocorreu abuso do poder econômico, a punição é severa. As multas não são baixas.
     Esse tema faz parte da minha dissertação de mestrado e caso vocês queiram alguma consultoria sobre o assunto, poderemos discuti-lo.
     Até o próximo tema.
     Adm. Prof. Aloisio Pombo

 

 

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Os Empreendedores da Inovação e a Gestão Empresarial.

Artigo por Adm. Aloisio Pombo, MSc. 19/08/13

Esse artigo é para apresentar e discutir as duas grandes dificuldades que os empreendedores se confrontam, uma é se dedicar a uma inovação e transformar uma idéia (um problema) em produto ou serviço e a outra é empreender para que a criatura dê lucro e pague o ROI. Aproveito também para fazer uma homenagem às comemorações do dia 9 de setembro que é o dia do administrador 2013.

Como sabemos, as inovações poderão ser tecnológicas de produto, de processo ou de serviços, mas em especial vou escrever sobre a que mais é comentada nas mídias a inovação tecnológica de novos produtos. É essa a que mais atraem empresas para as Incubadoras nas Universidades em todo o Brasil devido a algumas exigências de edital para atender a vontade do governo em incentivar através do CNPQ e FINEP um projeto inovador.

Quero ressaltar desde início que sou favorável a todas tentativas de inovar e de incentivar a inovação nos três aspectos: aquisição, gestão e apropriação do valor criado. Por isso, peço que os administradores fiquem atentos para essa oportunidade de participar oferecendo seus serviços a esses centros de extensão universitária. As incubadoras pertencem a várias faculdades de todas as especializações desde as de engenharia, informática, biologia, química, até outras com formação específica. Então quem apresenta um projeto para incubar a empresa ou é ex-aluno ou tem um projeto ligado à especialidade do centro acadêmico. Geralmente, esses empreendedores nem sempre são de áreas com formação em administração ou em humanas.

A concepção, análise e execução de um projeto requerem conhecimentos das melhores práticas de gestão além de exigir que ele seja um profissional habilitado para analisar crivos de finanças, marketing, pesquisa de satisfação, gestão de RH, direito comercial, estratégia empresarial, etc., que são atributos do administrador. Mais complicado ainda é o gerente da empresa que tenha o projeto incubado necessitar obter ROI – Retorno sobre o investimento. Terá que calcular em que escala irá produzir a inovação, quais os mercados que poderão consumir nas quantidades econômicas projetadas, além de outros conhecimentos.

Lemos nas mídias quantas inovações boas e bem boladas não pagaram seus projetos e foram engavetadas. Quero esclarecer também que se o inovador não aproveitar o lead time, outros rivais criam outra inovação ao entorno e se apropriam do valor que o inovador criou, mas que não teve velocidade para chegar ao mercado. É triste, mas é verdade. O produto é bom, mas por falta de financiamento o inovador fica com o projeto pronto e vai oferecer no mercado. Daí à cópia é um pulo. Não basta o inovador encontrar um grupo de lead users. O produto tem que ser vendido numa escala econômica para vários mercados e pessoas para que o ROI apareça, ou a preços prêmio para poucos interessados. É complicado, mas é essa a nossa experiência como administrador.

Por isso, ofereço esse artigo como presente de aniversário da nossa profissão aos nossos colegas que queiram participar e contribuir para esse maravilhoso processo de inovar. Lembro que a inovação ocorre por que uma pessoa ou empresa tem uma necessidade (um problema) de que algo seja feito para que ocorra alguma melhora ou uma solução para custos, produção, operações ou logística. Em todos os setores atividades industrial, comercial ou de serviços, governos, ONGs e nas universidades sempre irá ocorrer alguém terá uma nova necessidade para solucionar algum problema.

Então, registre as palavras chave da inovação: problema, dificuldade, necessidade, solução, projetar, empreender, marketing. Os inovadores geralmente são sonhadores, algumas pessoas no passado os chamavam de professor pardal. E não basta saber construir uma nova máquina ou produto e depois procurar quem o financie. Na frente da inovação e logo atrás da descoberta está o administrador.

Lembro que, lendo o caso “Thomas Edson”, foi ele na sua empresa quem iniciou o processo de empreender a comercialização de inovação da construção de uma lâmpada econômica, isto é, a lâmpada já existia, mas não era comercial. Ele e seus pesquisadores de laboratório foram quem tornaram a inovação da lâmpada comercial viável e rentável. Sua empresa criou um sistema que era composto por uma unidade de geração de energia, passou os fios pelas já existentes tubulações de gás, e colocou bocais com lâmpadas nos locais onde já existiam as lamparinas nos postes e iluminou cidades inteiras cobrando um valor dito “justo” na época pela maravilha de seu invento.

Esse é o segredo. Criar uma inovação e construir um sistema para se apropriar do valor criado.

O Prof. Adm. Aloisio Pombo, MSc. é consultor em gestão estratégica empresarial. Ministra aulas em MBA e Pós Graduação. (21) 7390 8365. mova@aloisiopombo.com.br     www.aloisiopombo.com.br

 

 

As Empresas e o Gestor Empresarial.

Artigo por Adm. Aloisio Pombo, MSc. 27/08/13.

 

Esse artigo é uma homenagem às comemorações do dia 9 de setembro que é o dia do administrador em 2013. Ele versa sobre o gestor que adota a estratégia como técnica para dirigir uma empresa. Mesmo que a empresa não tenha uma estratégia ou mesmo que já teve uma, mas interrompeu a sua implementação, cabe ao administrador juntar os objetivos dos dirigentes ou juntar o que sobrou da antiga e tornar a visão da diretoria um plano de ação organizado.

Nem sempre os dirigentes e donos das empresas sabem construir uma estratégia e colocá-la no papel para que ela sirva de uma direção. Mas já basta que ela esteja na cabeça do diretor para que possamos construir um conjunto de ações para decidir sobre como maximixar à alocação dos recursos disponíveis e manter um foco. Por isso, cabe ao administrador, contratado para assumir algum cargo dentro da estrutura organizacional, compreender e aprender quais são os objetivos do sócio e orientar a empresa para atingir esse desejo. É assim que um setor financeiro, de produção, RH, marketing pode ser estratégico.

O ideal é que os sócios e os componentes da diretoria sejam formados em administração, mas, por falta dessa formação, é o gestor quem deve organizar o processo para conduzir a empresa a atingir as metas. Em primeiro lugar fazer a análise da viabilidade dos objetivos que o dirigente pretende alcançar. Decidir se as capacidades da empresa são compatíveis com o que é desejado. Algumas vezes a diretoria quer obter um aumento de 50% nas vendas em um ano. É um objetivo ousado, mas que depende de recursos, processos e valores para que isso se torne viável. E a grande visão dos dirigentes se torna um fracasso. Coloca-se a culpa na crise, na falta de vontade dos gerentes e funcionários. Mas ninguém teve coragem de dizer que não é de qualquer maneira que se cria um planejamento. Não se pode viver de utopias e devaneios. Não é o caso do administrador se colocar como “advogado do diabo”. Mas sim devemos mostrar que somos técnicos e agimos com ferramentas de gestão.

Para chegar aos 50% temos que dividir a meta em etapas. Inicialmente, aumentar a produção e as vendas em 10%, para numa segunda etapa aumentar em mais 15% e avaliar o momento que a empresa tenha conseguido que todas as capacidades estejam reforçadas para que numa fase final se possa atingir uma meta tão grande. Considerar também que existem os fatores externos à empresa compostos do mercado e do extramercado, isto é, que existem os rivais e que as circunstâncias são possíveis de interferir na estratégia.

Considerando que o administrador consiga chegar a um consenso com os dirigentes de criar um planejamento para atingir uma meta exequível, cabe ao gestor instruir a empresa a ajustar as capacidades –recursos, processos e valores- ao plano de ação para que a empresa atinja o objetivo nos prazos previstos. A diretoria deve apresentar aos setores o orçamento e seu plano de desembolso para o projeto. Mas também cabe a diretoria: Ensinar a todos os setores de atividades como a empresa deverá executar o plano de ação e o qual será a função e a meta de cada um. Quais os produtos e quantidades com que a empresa pretende atingir esses objetivos, em que mercados irá se expandir, com que força de vendas e quais os números que deverão ser atingidos por cada um. Assim todos irão saber quanto deverão contribuir com resultados no tempo previsto.

São essas algumas das funções do administrador. Ajudar ao empreendedor a realizar a sua visão através de uma estratégia de forma ordenada, sendo: A sua criação com um planejamento, um orçamento, um conjunto de metas viáveis com base nas capacidades. Nem sempre os gerentes dos setores compreendem a sua função dentro das organizações e algumas dessas atividades necessitem aprender como contribuir para a gestão estratégica.

Não basta que as pessoas contratadas estejam trabalhando certo, mas sim que todos saibam por que foram contratados e por que estão se esforçando para atingir o objetivo da diretoria. Terão que aprender o valor de, ao atingir a meta, a nova posição da empresa no mercado pode lhe dar um ganho de vantagem competitiva sobre seus rivais. A empresa ganha mais valor vindo do produto competitivo, ou ganhos por que as equipes estejam desempenhando processos com agilidade e pode vir também pela conquista do reconhecimento pelo cliente que a empresa tem uma entrega de valor. E aprender como que esse valor possa ser difícil de ser copiado pelos rivais.

Com a experiência adquirida nesse plano de ação e com uma equipe preparada para outros desafios, será possível a empresa criar outros objetivos mais ousados e impor aos rivais sua liderança setorial. Quanto à lucratividade, poderá optar por manter a produção em escala elevada com um preço estratégico ou adotar um preço prêmio e se apropriar do valor criado para se capitalizar para os futuros projetos.

Aí eu faço a avaliação do valor do administrador brasileiro de hoje em relação ao que foi no início da nossa profissão há mais de 40 anos. Naquela época chegávamos às empresas para ocupar o espaço que os profissionais de outras áreas exerciam naquele momento. Os livros sobre administração eram em sua maioria de autores estrangeiros. Também os MBA, Pós Graduação, Mestrado e Doutorado eram feitos no exterior.

Caro colega administrador. Vamos criar valor para as empresas através de nosso conhecimento e assim valorizar a nossa profissão. Comemore no seu CRA o dia do administrador. Vá a um evento numa faculdade. Participe.

 

260982_100002967462316_1816287198_qO Prof. Adm. Aloisio Pombo, MSc. é consultor em gestão estratégica empresarial. Ministra aulas em MBA e Pós Graduação. (21) 7390 8365. mova@aloisiopombo.com.br     www.aloisiopombo.com.br

Autorizo a publicação desse artigo.

 

Acidente nas usinas no Japão.

 

Crise 2008 / 2011. Ela derrubou a economia americana, a maior do mundo. Dos EUA com reflexos para Europa, Ásia e demais economias. A crise dos povos dos países árabes ainda é um reflexo.

Crise 2011 – Choque na terceira maior economia do mundo. O Japão sofreu um forte abalo.

 

Escrito em 17 de março de 2011

Continuem acompanhando as notícias e estatísticas internacionais e nacionais para a crise 2008/2011 para ajustar o cenário do seu setor e os reflexos que possam afetar sua empresa.

Mas todos nós estamos estarrecidos pelo choque econômico que irá causar o terremoto de 11 de março próximo passado, não só pelo número de vítimas inocentes como também pela fome e o frio que grande parte da população está sofrendo no Japão.

Trata-se de um choque múltiplo, ou seja, irá requer a reconstrução das áreas atingidas pela tsunami; o choque da falta de energia elétrica, com a destruição de uma usina atômica e abalo de outras duas que devem ser consertadas além da possibilidade de contaminação por radiação em alimentos e locais industriais de produção e a menos de 300km de Tóquio.

Vamos ouvindo as notícias, mas vá fazendo as contas sobre os reflexos, caso seu setor tenha alguma dependência de importar do Japão algum produto.

 Ms. Aloisio Pombo.                                            

 

 

 

Fim

http://www.aloisiopombo.com.br/TecnicasVenda.htm

http://www.aloisiopombo.com.br/Atenderbem.htm

http://www.aloisiopombo.com.br/global.htm#Global

http://www.aloisiopombo.com.br/Cobranca.htm

http://www.aloisiopombo.com.br/Marketing.htm

http://www.aloisiopombo.com.br/Administracao.htm

http://www.aloisiopombo.com.br/EmpregoeQV.htm

http://www.aloisiopombo.com.br/GlobalizacaoPerguntasWeb.htm#inicio

http://www.aloisiopombo.com.br/MOVA.htm

http://www.aloisiopombo.com.br/#Scorecard

http://www.aloisiopombo.com.br/#Regulação_econômica

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Estratégia Empresarial. 18-04-14. Por Aloisio Pombo. Este foi o primeiro tema que coloquei em discussão para que

os gestores do setor industrial venham a desenvolver o aprendizado da técnica. Caso queira continuar a leitura, peço que

uma olhada e me fale algo. Veja em http://www.aloisiopombo.com.br/RR.htm#SBMEtiquetas    

Aloisio Pombo.SBM Etiquetas. Escritório em Friburgo.